«As Sete Leis Espirituais do Sucesso»

Os próximos posts deste blogue vão ser dedicados à reflexão do livro «As Sete Leis Espirituais do Sucesso» de Deepack Chopra, obra notável sobre o autoconhecimento, escrito por um dos autores que mais tem inspirado pessoas no mundo, ajudando a mudar as suas vidas.

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Deepak Chopra, de origem indiana e radicado nos Estados Unidos, é autor de mais de 60 livros, traduzidos em mais de 85 línguas. É médico, professor de ayurveda, espiritualidade e medicina corpo–mente, tendo fundado The Chopra Center for Wellbeing em Carlsbad, na Califórnia. É um dos grandes mentores espirituais da filosofia oriental no Ocidente.

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Este livro destina-se a todos aqueles que querem desenvolver a sua espiritualidade e o seu autoconhecimento, estando em sintonia com a alma, com o seu verdadeiro eu, com Deus e a natureza. Com base nas leis naturais que regem o universo, o livro apela-nos a alcançar um sucesso que não é apenas material, podendo estender-se a várias áreas da nossa vida.

«Há muitos aspetos do sucesso; a riqueza material constitui apenas uma componente. Para além disso, o sucesso consiste numa viagem, não constitui um destino. Acontece que a abundância material em todas as suas formas de expressão, constitui uma das coisas que torna a viagem mais agradável. Mas o sucesso também requer uma boa saúde, energia e entusiasmo pela vida, fazer amizades, liberdade criativa, estabilidade emocional e psicológica, sensação de bem-estar e paz de espírito.»

Para que o sucesso seja compreendido, o autor sugere que comecemos a entender a nossa vida como a «miraculosa expressão da divindade – não ocasionalmente, mas sempre».

Quando compreendermos e nos sintonizarmos com as 7 leis universais enunciadas pelo autor ao longo do livro, passaremos a viver o sucesso em toda a plenitude. Trata-se de um livro que nos inspira e faz-nos refletir sobre a forma como podemos transformar os nossos dias com maior simplicidade, amor e harmonia.

Nos próximos posts irei dar-te a conhecer as 7 Leis Espirituais, mencionadas por Deepak Chopra, e propor-te-ei alguns desafios para que as apliques na prática.

#As citações são da obra mencionada.

A poesia da vida

Neste breve excerto de um relato de Edgar Morin, importante sociólogo e filósofo francês, que muito contribuiu para o pensamento sociológico das últimas décadas, reflete sobre a fragilidade da felicidade, defendendo que devemos viver o lado da poesia da vida, o que nos faz sorrir, o que nos remete para o êxtase e para a alegria, o que nos eleva da nossa condição de ser humanos.

Segundo este sociólogo, a vida é feita de prosa, tudo o que fazemos por obrigação e que define as nossas rotinas, estrutura as nossas funções, e também feita de poesia que nos permite «florescer, amar, comunicar». Para ele a felicidade depende de condições exteriores, de aspetos que podem influenciar as nossas vidas e fazer-nos transitar facilmente de um estádio a outro com facilidade, da felicidade à infelicidade, pelo que exorta a que cada um viva a poesia da vida da melhor maneira.

Para mim, que ainda sou uma aprendiza e que tenho tanto ainda para aprender sobre os mistérios da vida e da felicidade, penso que esta é mais do que um estado de alma que depende de motivos exteriores, é um caminho a percorrer, que pode ter momentos mais intensos do que outros, mas que exige de nós dedicação e entrega diária, de modo a que ela dependa mais do nosso interior, do trabalho que podemos fazer connosco mesmos. Assim, felicidade é aceitar que mesmo nos momentos mais tristes, eu posso ter uma estrutura feliz por dentro. Porque a felicidade não é apenas um estado que se exterioriza com euforia, alegria e celebração, a felicidade é algo mais profundo, é um estado que se sente e se transmite em tudo aquilo que somos. Eu posso ter uma doença e ainda assim eu estar feliz, eu posso estar desempregada e estar feliz, eu posso ter momentos tristes, mas ser feliz…Posso é não conseguir demonstrar exteriormente essa felicidade com risos e com sinais mais evidentes de alegria, mas ainda assim estar feliz comigo mesma por saber que interiormente encontro essa paz que me tranquiliza.

Seja lá como for que sintam a felicidade e que a entendam o importante é mesmo viver a poesia da vida, o que lhe dá sal e condimento, alegria, beleza e amor.

Sejam felizes!