Lei 7 – A Lei do «Dharma» ou da Finalidade da vida

voluntariado

«Todas as pessoas possuem uma finalidade na vida…uma dádiva singular ou um talento especial para oferecer aos outros».

Eis-nos chegados à última lei espiritual do sucesso, a lei do «Dharma», que em sânscrito significa «finalidade na vida». Segundo esta lei todos temos uma missão, um propósito de vida, algo que nos distingue dos demais, que nos torna únicos e especiais, possuindo talentos e capacidades singulares que devem ser ofertados aos outros para que possamos cumprir a nossa finalidade e justificar a razão da nossa existência. Segundo Deepak Chopra, quando os nossos talentos são usados para suprimir as necessidades dos outros gera-se aquilo a que ele descreve como «centelha da prosperidade».

Neste sentido, esta lei complementa outras duas, que já referimos em posts anteriores, a da potencialidade pura e a da dádiva, já que a partir da primeira nós entramos num estado de profundo conhecimento interno, possibilitando-nos conhecer os nossos talentos mais genuínos, e com a segunda tomamos consciência da necessidade de darmos aos outros algo de nós.

Para colocares esta lei em prática é essencial que te faças algumas questões durante os momentos em que se travas um diálogo interno contigo mesmo em silêncio, descobrindo o teu verdadeiro eu interior.

Quais os meus talentos?

Como posso eu ajudar a melhorar este mundo?

Como posso eu fazer a diferença na vida dos que me rodeiam?

Como posso eu ajudar?

Estas reflexões têm de ser sempre de carácter desinteressado e altruísta, sem esperar dividendos, lucros ou compensações materiais, pois aqui o objectivo é dar, não é receber. Se ainda assim depois de refletires não conseguires encontrar essas respostas dentro de ti, pensa na seguinte questão sugerida por Deepak Chopra, tenho a certeza que te irá ajudar.

– Se o dinheiro não fosse preocupação para ti e se tivesses todo o tempo e o dinheiro do mundo o que farias?

Fez sentido para ti?

Elabora uma lista de todos os teus talentos especiais, aqueles que te fazem sobressair, em que sentes que gostas mesmo de fazer e te fazem sentir feliz e depois partilha-os, podes começar pela tua própria família, pelos teus amigos, e depois quem sabe te sintas com vontade de os estender ao maior leque de pessoas possível.

Eu já fiz a minha lista há uns meses atrás e descobri que gosto mesmo de escrever, o que aqui tenho partilhado contigo nos últimos tempos, que gosto de ouvir pessoas e de as ajudar, daí ter-me tornado coach, que gosto de ensinar, e por isso sou professora voluntária numa universidade sénior. E isto, eu sinto que é ainda só o princípio…

Como é, vais pôr em prática esta lei? Desafio-te! Garanto que até vais voar com a tamanha felicidade que vais sentir!

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