Páscoa nos nossos corações

Jesus ressuscitouHoje é dia de Páscoa! Dia de alegria, de sinos a tocar clamando por ecos de esperança, de aleluias e de muitas bençãos. Mas esta festa religiosa, conotada com a ressurreição de Jesus Cristo, era uma tradição que já se assinalava entre os judeus antes do nascimento de Cristo, e se designava «Pessach». Esta festa conhecida como a “Festa da Libertação”, assinalava a fuga dos hebreus do Egito, da sua condição de escravos, no ano de 1280 a.C. sendo esta festividade também repleta de rituais entre os judeus.

Mais tarde, com a ressurreição de Jesus Cristo que coincidiu com esta época de «Pessach», a Páscoa ganhou um cunho ainda mais libertador, anunciando-se uma nova esperança, a promessa de uma vida eterna após a morte, uma religião inspirada pelo amor divino.

O que pretendo reforçar neste dia, independentemente das religiões que se professam e em que se acreditam é que este domingo de Páscoa vos encha o coração de fé, de confiança, motivação e esperança. É o tempo ideal para uma pausa, para refletirmos e percebermos o que já não resulta nas nossas vidas e abraçar o novo e os desafios que podem advir das nossas atitudes, é tempo de fazer uma limpeza interior e perceber quem somos e o que queremos nesta caminhada chamada vida e ressuscitarmo-nos!

Nessa perspetiva saúdo todos os leitores e seguidores deste blogue para que se sintam em paz, em comunhão convosco e com as vossas famílias e amigos, que sintam essa renovação dentro de vós, e se inspirem pelo eco desta primavera, ainda que um pouco tímida, que vos apela à mudança e à tranquilidade.

Excelente dia para todos.

Desafio 21- Abre o teu coração

Carlos

Chegámos ao fim dos 21 dias a viver melhor a felicidade, com muitas dicas, muitos aspetos que podemos ter presentes na nossa vida para melhorarmos a nossa relação connosco e com os outros. No último dia deste desafio a sugestão que vos deixo é algo que é transversal a tudo aquilo que já foi aqui referido anteriormente e que é a base para uma plena felicidade, falo-vos do poder do amor, aquele que faz mover montanhas e faz o mundo mover-se, pois tal como os Beatles cantavam «All you need is love».

Porque a felicidade é tudo sobre o amor, o amor por nós próprios que nos permite aceitarmo-nos como somos, com todas as nossas imperfeições, virtudes e defeitos, o amor fraternal pela família, pelos amigos que acolhemos, muitas vezes como se fossem parentes próximos, o amor romântico que nos faz transpor fronteiras e perseguir caminhos desconhecidos sempre com o propósito de uma complementaridade entre diferentes…tudo isso é amor, tudo isso nos faz felizes, bem dispostos, de bem com a vida. Quem não gosta de se sentir amado? As experiências que temos nesta área dos relacionamentos com os outros, porém nem sempre são positivas e favoráveis e é possível que, quando mal concluídas, fiquem feridas abertas, medos latentes que nos impedem de apostar de novo na exposição dos sentimentos,  para evitar a rejeição, a frustração, ou a desilusão. Todos sabemos que esse é um risco que corremos quando queremos ser mais felizes, correr o risco de sermos magoados. Porém, se queremos mesmo viver em felicidade, por piores experiências que o passado nos tenha trazido, o importante é que estejamos sempre dispostos a dar novas oportunidades ao amor, pois viver é isso mesmo, é arriscar para ganhar ou eventualmente perder. Se não der certo, temos sempre outras novas oportunidades para tentar de novo. Fechar o coração e impedi-lo de viver novas situações só pelo medo da deceção não nos fará ser mais felizes, bem pelo contrário, por isso se és dos que se fecham ao amor à espera que o medo passe, começa a alimentar a esperança e o otimismo, para que desta vez possas obter melhores resultados.

Sendo assim, o desafio que te proponho neste último post dedicado a esta temática é que abras o teu coração e escolhas uma pessoa que seja importante para ti, e lhe digas o quanto essa pessoa significa na tua vida, seja ela um par romântico, um familiar, um amigo (a). Se sentes que o teu coração está mesmo empedernido e não consegues realizar o desafio, então está na altura de lhe dares corda e de o deixares de novo a trabalhar, procura dar-lhe confiança para arriscar de novo, sai do casulo e aproveita para te dares a conhecer ao mundo, fazeres novas amizades ou quem sabe conhecer aquele (a) que vai fazer o teu coração bater mais rápido. Lembra-te do provérbio que diz que «quem não arrisca, não petisca» e hoje é um bom dia para arriscares e amares.

Desafio 20- Investe no teu desenvolvimento pessoal

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Um dos requisitos importantes para a nossa felicidade é que sejamos capazes de aprender com a vida, com os seus ensinamentos e experiências e que saibamos investir no nosso processo de desenvolvimento pessoal, com vista a melhorar as nossas atitudes e comportamentos. Nesse sentido, devemos  alimentar o nosso autodesenvolvimento, seja através de livros, e existem variadíssimos livros nesta área de conhecimento com a finalidade de nos fazer interrogar e refletir sobre os diferentes aspetos da nossa vida, desde a financeira à espiritual, passando pela emocional ou relacional, entre tantas outras. O importante é que os livros nos despertem para caminhos alternativos aos que teimamos em percorrer cegamente, fazendo-nos pensar sobre perspetivas diferentes que nos permitem potenciar a melhor versão de nós mesmos. Nesse processo de desenvolvimento podemos encontrar várias referências, vários autores, diferentes abordagens, numa sucessão de encadeamentos e coincidências, embora todas tenham um propósito comum, o do nosso aperfeiçoamento. Enquanto aprendemos e nos predispomos a mudar os nossos comportamentos e a tornarmo-nos conscientes das nossas limitações, estamos a alimentar o cérebro, a torna-lo ativo e dinâmico, e por sua vez mais saudável, pelas sinapses que vai processando. É o que se chama “juntar o útil ao agradável”.

Mas, o desenvolvimento pessoal pode passar não só pelas leituras que fazemos, mas também por palestras, conferências, cursos ou workshops, que promovam ferramentas de reflexão sobre as nossas vidas. Pode parecer-te um investimento um pouco dispendioso, mas a verdade é que tens sempre soluções de recurso, a custo zero ou bastante acessíveis que te permitem fazer o teu desenvolvimento pessoal. Assim, podes participar em aulas abertas, online ou presenciais, open days específicos, eventos e cursos, gratuitos ou por donativo – é só uma questão de procurares e estares atento sem precisares gastar uma fortuna.

Assim sendo, o desafio que te proponho hoje é que comeces à procura de alguma ferramenta que te ajude a melhorar e a desenvolver pessoalmente, em alguma faceta da tua vida, podendo passar pela leitura de um livro, que podes adquirir em algum site da internet, em 2ª mão, ou numa biblioteca, se não quiseres gastar dinheiro; assistir a um webinário pela internet, sobre um tema específico em que pretendas melhorar; marcar uma sessão de coaching gratuita; procurar uma palestra ou evento a que possas assistir e participar.

Irás perceber que esta área é um mundo vasto e apaixonante e uma vez que se comece a desbravar só se quererá conhecer cada vez mais. Não te esqueças que tu és principal investimento da tua vida, ao investires em ti, estás a garantir a tua felicidade, pois esta só pode germinar quando nos sentimos em paz e em harmonia com aquilo que somos.

Desafio 19 – Silencia a tua mente

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O ser humano tem a tendência para pensar demais, para se massacrar a ouvir aquela bendita vozinha que não nos larga o ouvido, que vai girando em círculos, aumentando de intensidade, como se fosse um zumbido que não nos larga. As mulheres então, habituadas a remoer os pensamentos, sabem bem do que falo, pois quando encaixam uma ideia na cabeça, difícil é mudar a sintonização da questão.

Por esse motivo, quer sejam mulheres ou homens, é importante que saibam silenciar a mente de vez em quando, de preferência com alguma frequência, para que os pensamentos não se tornem demasiado viciados e possam desligar-se deles, entrando em contacto com a sua verdadeira essência, o “eu superior”, aquele que está a um nível mais profundo do que o ego, e interiorizar a sua própria verdade.

Neste sentido, se praticarmos meditação, mindfulness ou outro tipo de prática de concentração, conseguimos silenciar o ruído externo e esvaziar a mente, conduzindo-nos a um profundo estado de relaxamento e a uma sensação de contentamento e total entrega. Segundo um estudo realizado sobre Meditação, no Hospital Geral de Massachusetts, nos E.U.A, concluiu-se que o grupo de voluntários que participaram num curso de meditação possuíam os cérebros mais propensos para a felicidade, por possuírem uma mente mais “limpa e arrumada”, liberta de confusão mental, como demonstra a imagem.

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Atendendo que estas práticas silenciosas podem contribuir bastante para vivermos melhor e com mais felicidade, o desafio que hoje te sugiro é que feches os olhos e faças uma pequena meditação, relaxes o pescoço, os ombros,  os membros superiores e inferiores e comeces a esvaziar a  tua mente durante uns minutos, muito calmamente. Coloca uma música calma, ou então pesquisa no youtube uma meditação guiada que se adeqúe ao tema que pretendes interiorizar, (para os iniciantes nesta prática sugiro que façam uma meditação guiada por ser mais fácil de acompanhar e os resultados serem igualmente satisfatórios).

Mas, se achas que não consegues fazer isto em casa sozinho (a) e gostavas de experimentar fazer meditação em grupo, podes procurar locais onde possas frequentar sessões de meditação – hoje já existem bastantes espaços com uma oferta bastante variada destas práticas, basta começares a procurar o que mais te pode interessar e ajustar aos teus interesses.

Vais perceber que quanto mais interiorizada for a prática da meditação nos teus hábitos e rotinas, maior calma sentirás, menos stress te entupirá as veias e terás uma maior tendência para relativizar as dificuldades e para as aceitares, porque estás calmo (a) e consciente da tua capacidade de resolução dos problemas.

Desafio 18 – Dá sem esperares nada em troca

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A felicidade passa também por aquilo que nós fazemos, damos e contribuímos para o bem estar dos outros, fazendo-nos sentir úteis e parte de algo maior do que nós mesmos. Se cultivarmos essas ações com frequência, sem esperar vê-las reconhecidas ou receber algo em troca do que damos, estamos a trabalhar em nós o verdadeiro amor incondicional, aquele que é o amor maior e mais sublime que um ser humano pode dar a outro, sem condições, sem expectativas, com o coração inteiro, só pelo puro prazer de dar.

Está provado que quem faz voluntariado e não tem qualquer tipo de compensação financeira  pelo trabalho que realiza se sente muito motivado e feliz, mais até, muitas vezes, do que se o fizesse apenas por dinheiro, estando empenhado na causa que defende.

Neste sentido, o  desafio que te proponho hoje é que comeces a pensar como podes dar mais de ti aos outros e contribuir para um mundo melhor, mais justo e equilibrado. Como sabes há imensas instituições a precisar de trabalho voluntário e podes começar a pesquisar as necessidades que têm, caso sintas vontade de ocupar o teu tempo livre a sentir-te útil aos outros. Mas, se não tiveres disponibilidade, também não precisas ser voluntário para contribuíres, podes participar ativamente numa campanha que defenda grupos desfavorecidos, seja através de petições, de partilhas e de divulgação na internet; podes fazer doações de roupa ou de livros, por exemplo, a alguma instituição social; também te podes fazer sócio de alguma dessas associações, ou então através mesmo de donativos. Mas, se também não te revês nestas situações e gostavas de começar a dar mais, também o podes fazer junto da tua própria família, dos teus amigos, ou dos que te são próximos. Às vezes basta tão pouco para ajudar os outros, uma conversa, um pequeno serviço ou tarefa que sejam necessários, um sorriso, um abraço, ou a nossa simples presença. O importante é que te dês sem esperar nada , que dês pelo prazer de dar. Vais ver que te vais sentir ainda mais feliz quando experimentares o poder mágico da dádiva.

Desafio 17 – Recusa ser uma vítima

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És daqueles que insistes em apregoar aos quatro ventos os teus infortúnios, as tuas mágoas, os teus ressentimentos e amarguras, que ninguém te respeita, nem te ama como sentes que mereces, que os amigos que te rodeiam são uns falsos, ou és daqueles que abençoa o dia que tem, que dá graças às pequenas coisas que acontecem, que vibra com tudo aquilo que recebe do universo e se sente num constante fluxo de abundância e reciprocidade?

Se te revês no grupo das primeiras pessoas, é importante que pares para pensar no que andas a fazer à tua vida, pois ao insistires na tua vitimização estás a fazer de ti um sujeito passivo, que nunca tem culpa de nada do que te acontece, e é altura de começares a refletir numa perspetiva de causa e efeito, pois nada nos acontece do nada, algo devemos ter feito ou permitido para nos tratarem de determinada maneira, pois os outros só nos tratam do modo que nós deixamos e por vezes nos tratamos. Até porque, como afirma Wayne Dier, “o modo como as pessoas nos tratam é o karma delas, o modo como nós reagimos, é o nosso karma.” Nesse sentido, quanto mais insistires nesse discurso de seres um “desgraçado” (a), mais estás a vibrar num registo de carência, impedindo que a abundância se revele.

O desafio que tenho para ti hoje é que tomes consciência do teu discurso interno e de como o revelas aos outros. Lembra-te que uma pessoa que pretende trilhar pelo caminho da felicidade é uma alguém que se aceita a si e aos outros, que aceita críticas e que sabe contrapor o seu ponto de vista, questionando a sua responsabilidade perante os seus atos e consequências. Neste sentido, o que te peço é que te apercebas do que falas aos outros durante o dia de hoje e que anotes numa folha todas as vezes que deste por ti a fazer queixumes da vida e das pessoas ao teu redor. No fim do dia observa as tuas anotações e faz um exame de consciência que te permita perceber se queres continuar a vestir a pele da vítima e do queixoso (a) ou se queres mostrar-te como alguém que assume a sua quota parte de responsabilidade na vida, com alegria e energia para lutar contra os obstáculos com que te deparas.

Desafio 16 – Exercita-te

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O exercício físico faz segregar serotonina, noradrenalina e dopamina, neurotransmissores que nos permitem ter uma sensação de bem estar generalizado em todo o corpo, provocando um estado muito semelhante ao de felicidade. Dizem os entendidos que devemos praticar exercício físico entre 3 a 6 vezes por semana, dependendo do tempo disponível e motivação de cada um. Segundo vários estudos realizados sobre os impactos do exercício no ser humano muitos deles confirmam que a prática continuada do mesmo provoca um aumento na autoconfiança, na autoestima e na motivação, na medida em que as pessoas são colocadas à prova, levando-as a superar objetivos e a alcançar conquistas pessoais, além de estar a contribuir diretamente para melhorar a saúde e o equilíbrio do peso. As pessoas que praticam regularmente exercício físico são geralmente também mais felizes face aos motivos anteriormente referidos, são pessoas que tendem a enfrentar os obstáculos, os medos e os bloqueios, sentindo-se bem com elas mesmas. O exercício pode ser um ato também de mindfulness, na medida em que existe um maior foco no momento presente, permitindo que a pessoa entre num processo de fluxo que a desconecta com a sua realidade e dos seus problemas quotidianos. Nesse aspeto, torna-se também bastante terapêutico, ajudando a curar depressões e pensamentos negativos permanentes, pois liberta o indivíduo durante uns breves instantes de tudo o que o angustia.

O desafio para ti para viveres a felicidade mais vezes e em forma física é que te dediques neste dia um pouco à prática de exercício, pode ser fazeres 200 abdominais pela manhã, uma caminhada ao final do dia, no parque ou nas ruas circundantes da tua casa, o ires inscrever-te no ginásio ou participares em aulas coletivas ao ar livre, pode ser fazeres uma corrida matinal ou noturna. O desafio é teu, dá o teu melhor, escolhe o que faz sentido para ti e começa já hoje a colocar em prática. Pode ser que te dê tanto gozo que queiras voltar a repetir amanhã e depois de amanhã e instalares novos hábitos na tua vida. Vamos a isso?

Desafio 15 – Pratica atos de amizade

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A amizade é um dos principais pilares da felicidade, se não mesmo um dos mais elementares. Só quem se doa, com amizade, aos outros, desinteressadamente, pode ser mais feliz. Desse modo é importante fomentar as relações com os amigos, dar provas que estamos lá, que alimentamos a sua essência, tal como regamos uma planta e a adubamos, pois sem cuidados, sem vigilância e apreço pelo outro a amizade vira uma convenção, uma obrigação, que em vez de acrescentar algo de positivo à vida, acaba se arrastando, de modo desgastado e sem sentido. Eu até posso acreditar que os amigos podem ser como as estrelas no céu, que não preciso de os ver para saber que eles estão lá, contudo se nos fiarmos demasiadamente nesse princípio, um dia olhamos para o céu e descobrimos que elas migraram para outra constelação.

Por esse motivo, é fundamental cultivar as nossas amizades, ainda que o tempo urja e nos fuja, sempre a correr, seja com aquelas que nos rodeiam mais proximamente, ou com aquelas que estão mais longe geograficamente, embora perto do coração. O desafio da felicidade para o dia de hoje baseia-se em demonstrações de carinho e afeto com os teus amigos. Peço-te que escolhas 5 deles, pensa naqueles que há mais tempo não lhes demonstras a tua amizade, por forças das circunstâncias, e faz-lhes uma surpresa, que pode ser desde uma simples mensagem de bom dia pela manhã, um convite para um café ou um almoço, um telefonema mais demorado, o envio de um ramo de flores, um abraço apertado ou um beijo, um convite para o cinema ou para o futebol, ou mesmo, porque não, para beber um copo num fim de um dia e colocar a conversa em dia. Expressa-lhes o que sentes e como essas pessoas são importantes para ti. São coisas aparentemente simples, mas que permitem aproximar os amigos, minorar as distâncias do dia a dia e reforçar os sentimentos com aqueles que escolhemos para nos acompanhar nesta jornada. Repete com frequência este ritual e não deixes passar muito tempo…

Desafio nº14 – Desafia-te!

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Para viver plenamente a felicidade não devemos instalar-nos confortavelmente num processo de rotinas e esperar diferentes resultados, se fizermos as coisas sempre da mesma maneira, acabamos por não experimentar outras situações, outros momentos, conhecer novas pessoas, circunscrevendo-nos aos limites do conhecido.

Para explorar os meandros da felicidade é importante sair dos domínios do confortável e arriscar a sentir as borboletas na barriga, o frissom de uma determinada perspetiva que nos deixa empolgados. Há quanto tempo não sentes esse motor a borbulhar dentro de ti? Há quanto tempo não tomas uma decisão que te permita fazer e sentir algo de novo na tua vida? Quando foi a última vez que deitaste a baixo padrões de comportamento e ousaste descobrir dimensões sobre ti que não ousavas encontrar?

A proposta de hoje para viveres a felicidade, tal como já deves ter percebido, tem a ver com o desafio, com o colocares-te à prova para ver e sentir a vida de outras perspetivas. E não precisam ser coisas demasiado grandes, como saltar de paraquedas ou de BungeeJumping, fazer surf, ou ski-aquático, pode bem ser comprar um bilhete para o concerto daquele grupo musical que tanto gostas, mas acabas sempre por desistir de ir ver porque é muito caro, pode ser reservar uma viagem para um local à tua escolha, de preferência desconhecido, fazer um curso que poderá acrescentar capital de conhecimento à tua vida, entre muitas outras possibilidades, que só tu saberás quais. O que importa é que seja algo que estejas disposto (a) a viver e consigas ultrapassar todos os impedimentos que podem barrar a sua concretização.  Por isso hoje o que te peço é que faças algo que te desafie, que te faça arriscar, pode bem ser começar por fazer exercício, inscreveres-te no ginásio, mudares um hábito alimentar nefasto para a tua saúde, começares a ler um livro, ou o que  achares melhor. Não te esqueças que para seres mais feliz é importante arriscar e viver!

Desafio 13 – Diverte-te!

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O tema de felicidade para o dia de hoje tem como inspiração a criatividade e o divertimento. Há quanto tempo não te desligas das preocupações, das tarefas do dia a dia e te focas no prazer de viver, na contemplação, na alegria da brincadeira, na euforia do momento, no non-sense das situações mais imprevistas?

Hoje é esse dia! Por isso peço-te que reserves um pouco do teu dia para aquelas atividades que te preenchem e deixam com o coração leve e a alma cheia, coisas tão simples e tão fáceis, que por serem tão elementares te tens esquecido de fazer. Assim, o desafio que sugiro é que escolhas uma dessas coisas que te libertam o espírito e te inspiram com alegria e motivação. Vou elencar algumas sugestões, tu serás livre de escolheres a que melhor se apropria melhor a ti, podendo mesmo não figurar nesta lista.

– Dançar danças animadas e bem dispostas,

– Ir ver o mar, contemplar o horizonte e ouvir o som das ondas

– Ir ao cinema

– Caminhar no parque

– Ir a um museu

– Ir a um Parque de Diversões

– Comer uma sobremesa apetitosa

– Ouvir a tua música preferida

– Fazer um piquenique no jardim

– Fazer um passeio de barco

– Contemplar um nascer ou por do sol

– Planear uma viagem

– Cantar como se não houvesse amanhã no Karaoke

– Pintar um quadro

– Fazer uma atividade em scrapbooking

– Escrever um conto

– Passear nas ruas da minha cidade

– Comer um croissant delicioso

– Fazer festas no meu animal de estimação

– Almoçar com o melhor amigo (a)

– Fazer uma festa surpresa a alguém especial

– Ir a uma prova de vinhos

– Caminhar à beira-mar

– Fotografar

– Visitar um lugar desconhecido

– Ir a uma feira de antiguidades

– Fazer uma aula de fitness no ginásio

– Assistir a uma chuva de estrela

– Jogar às cartas

-Ir andar de bicicleta

Como é? Gostaste do desafio de hoje? Escolhe algo que te desperte a motivação e o interesse. Fá-lo por ti, pelo teu compromisso com a vida e com a tua felicidade e diverte-te!

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