Segredo 2 – “O que atraímos espelha o que está contido no nosso íman para nos podermos orientar mais claramente”

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Atraímos para nós parte daquilo que somos, daí que as pessoas e acontecimentos que surjam na nossa vida possam refletir semelhanças e pontos em comum, como se fosse um efeito de espelho. Porém, o espelho não reflete apenas o que somos, pode revelar muito mais do que isso, pois como já foi referido no post anterior o nosso íman nem sempre é completamente consciente. Nesse âmbito, podemos atrair «o que é semelhante, o oposto, o que foi rejeitado ou um “milagre”».

Quando atraímos o nosso oposto isso pode revelar-se um verdadeiro desafio, ajudando-nos a crescer emocionalmente ou levar-nos a um desgaste constante, tudo depende da forma como se vive esse amor e como queremos evoluir na relação.

Também nos podemos aperceber que estamos a atrair sempre o mesmo padrão, o mesmo tipo de pessoas com as mesmas caraterísticas, por vezes até aspetos que nem toleramos ou aceitamos, atraindo deste modo o que rejeitamos em nós e nos outros, «porque isso desencadeia sentimentos e representações fortes dentro de nós», podendo constituir o conteúdo do nosso íman.

O caminho sugerido por Ruediger Schache para mudar o nosso íman consiste em observarmos as situações que atraímos, sem controlarmos nada; compreendermos o porquê das coisas estarem a suceder-se, analisarmos os nossos pensamentos; aceitarmos o que estamos a atrair e estarmos dispostos a aprender com isso; e por fim decidir o que queremos e calar os pensamentos sabotadores, substituindo-os por pensamentos que melhorem o que pretendemos atrair.

Mas, o efeito espelho pode atrair também verdadeiros milagres, sobretudo quando entregamos ao universo os nossos desejos, e desistimos de forçar seja o que for. É nessas alturas em que paramos de insistir, que nos libertamos de uma pessoa, uma ideia, uma situação, sem esperar nada, que pode surgir o inesperado e assistirmos a milagres.

«Este sentimento é designado de “entrega”. Fizemos tudo o que era humanamente possível e depois largamo-lo. Não desistimos. Apenas o largamos. Com amor, não com rancor. Reconhecemos os nossos limites e sentimos, onde começava algo mais elevado, que não era influenciado nem pela nossa vontade, nem pelos nossos actos».

O livro do «Segredo do Amor» de Rudiger Schache é neste sentido verdadeiramente inspirador, abrindo-nos novas perspetivas sobre os caminhos do amor e dos relacionamentos.

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