Segredo 4 – “A fonte de tudo está no nosso íman. A fonte é o que sentimos”

 

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Este segredo, tal como o anterior referente ao autoconhecimento, é dos mais importantes de todos, pois tem a ver com a fonte de amor que brota em nós e que deve ser constantemente alimentada por nós, com bons sentimentos e muita compreensão, para que se mantenha ativa e não seque com amargura e ressentimento.

O amor entre duas pessoas só poderá manter-se se cada uma delas procurar o amor dentro delas próprias, pois como se pode amar alguém se não nos amarmos a nós em primeiro lugar.

Como o refere Ruediger Schache, no livro «O Segredo do Amor»,« ninguém nos poderá dar uma sensação. Só se pode despertar uma sensação dentro de nós. (…) Se reconhecermos que as nossas sensações pertenceram sempre a nós próprios, que não existe uma única sensação que outra pessoa nos possa dar ou tirar, seremos livres. Daremos menos poder aos outros e retirar-lhe-emos o peso da responsabilidade pelo nosso bem estar».

Nesse sentido, só poderás encontrar o amor no teu caminho se tu próprio (a) fores uma fonte de amor. É talvez por este motivo que a maior parte dos relacionamentos acabam por não dar certo, porque as pessoas tentam colmatar as suas lacunas e os seus vazios com o amor dos seus parceiros, esperando encontrar neles o amor que não sentem por eles mesmos. Em nome desse famigerado amor que não passa de uma projeção, de uma ilusão vã acabam por perder a integridade e o autor-respeito, atraindo mais desamor, tristeza e maior vazio emocional. Se nos amarmos verdadeiramente, mais facilmente emitimos uma frequência que atrairá alguém em condições semelhantes, com equilíbrio e sintonia.

O truque para que a nossa fonte esteja sempre a jorrar passa muito por nos mimarmos, nos cuidarmos, nos respeitarmos, aceitarmos e perdoarmos os nossos erros. Quanto mais harmonizados nos sentirmos, melhores efeitos produziremos nos outros.

Desafio para praticar este segredo:

«Tentemos sentir o que acontece connosco se imaginarmos que nos podemos dar a nós próprios aquilo que até agora temos esperado de outras pessoas».

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