Movimento «Solta o GirlPower que há em ti»

Seguindo o desafio da Raquel Cristina do Blogue The Brunette’s Tofu, que criou o Movimento «Solta o GirlPower que há em ti», falo-vos hoje da importância que tem para mim, a motivação e o empoderamento feminino. Sou criadora de um projeto pessoal chamado Mad About Dreams, que tem como objetivo, motivar, inspirar e potenciar a realização dos sonhos, através do coaching e exercitar a criatividade pela escrita e pelo riso.

p copyNo projeto da Mad About Dreams há uma vertente que promove diariamente essa motivação, esse olhar para dentro e sobretudo esse ponto de contacto entre mulheres, que é feito através de um grupo fechado no facebook designado Mad About Dreams para Mulheres Inspiradoras.

Porque acredito que todas nós podemos ser inspiradoras e sobretudo darmos forças umas às outras, reforçando os nossos laços femininos, em vez de nos vermos como concorrentes e inimigas, promovo diariamente nesse grupo esse sentimento de que juntas podemos ir mais longe, mais seguras, mais determinadas e também mais apoiadas por nos revermos na história de vida de tantas mulheres.

Neste sentido, considero-me uma militante diária do « Movimento «Solta o GirlPower que há em ti» e nesse sentido gostaria de salientar o trabalho e ação de outras mulheres, que considero notáveis no nosso país, por incentivarem a visibilidade das mulheres no mundo do empreendedorismo e do trabalho, falo de Sandra Isabel Correia, com o seu projeto Women’s Club; falo-vos da blogger Paula Cordeiro, do blogue Urbanista que realça constantemente a necessidade de nós vivermos com o corpo que temos sem culpas, assumindo quem somos; falo de Vera Luz, que concilia um trabalho ligado com o desenvolvimento pessoal e espiritual; falo de Sandra Ribeiro na área do Coaching, com o seu projeto Walking Mind, entre o de muitas outras mulheres que têm potenciado um mundo de mais oportunidades para todas nós, e que são uma autêntica fonte de inspiração diária.

Como eu vivo este movimento? 

13.JPGDiariamente, através da minha missão e propósito de vida, que consiste em motivar e inspirar pessoas, promovendo o seu desenvolvimento numa melhor versão da sua vida, impulsionar sonhos através de estabelecimento de metas e objetivos usando os seus recursos intelectuais e habilidades para alcançar resultados extraordinários na sua vida pessoal e profissional.

Empoderando mulheres, realçando a sua confiança e competência e a sua matriz feminina.

Através da criatividade, que me invade o pensamento e me apoia no desenvolvimento dos workshops que desenvolvo; do amor que coloco nas pequenas coisas e que me permite ajudar, apoiar, ouvir e estimular quem me procura e necessita de uma palavra de incentivo, através da minha escrita, em que reforço a motivação que quero transmitir.

Apoiando causas sociais e humanitárias e animais que contribuam para um mundo melhor.

Promovendo o entendimento entre as pessoas, vivendo os valores da paz, do amor e da amizade.

E tu queres juntar-te a este movimento? Faz um pequeno post com uma imagem tua e diz qual é a tua missão de vida, postem no vosso blogue ou instagram, «Movimento Solta a Girlpower que há em ti». Não te esqueças do #hastag.

Ver blogue da The Brunette’s Tofu in:

thebrunettetofu.blogspot.pt/search?q=miss%C3%A3o

Grupo Mad about Dreams para Mulheres Inspiradoras

www.facebook.com/groups/697695000403858/

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Dar e receber…

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O tema de reflexão deste post é dedicado ao delicado assunto do “dar e receber”. E chamo delicado, porque nós mulheres, temos o péssimo hábito de sermos doadoras em excesso, e por isso a tendência natural é para darmos mais do que recebemos nas nossas relações, sejam elas amorosas, de amizade, profissionais ou outras. E isso faz-nos sofrer, muitas vezes em silêncio,  por não nos sentirmos em equilíbrio. Mas, se invertermos a questão e perguntarmos, e nós sabemos receber? A verdade é que muitas de nós responde que não está recetiva para receber nada dos outros, como se fosse algo que diminuísse a sua condição.

Este facto é algo que trazemos connosco das nossas ancestrais, dos nossos códigos culturais, se percorrermos o historial das mulheres que nos moldaram, verificamos uma herança de valores transmitida por mães, avós e bisavós, em que o correto era que a mulher desse e servisse através dos seus papéis de esposa e de mãe. «Mulher que é mulher deve servir», foi isto que foi passado de geração em geração, durante séculos, e por todos esses factores, apesar de todo o progresso e modernismo, há traços de caráter e atitude que dificilmente conseguem mudar entre nós, sentindo-nos por vezes num plano de contradições. O coração pede uma coisa e a mente outra. Por isso nós mulheres, que fomos criadas para esses papéis de doadoras temos tanta dificuldade em admitir um “Não” aos outros, preferindo tantas vezes sacrificarmo-nos e darmos o que temos e não temos, mesmo que esgotadas. Aprendemos a não saber receber, porque isso pode representar vulnerabilidade ou fraqueza. E no entanto, isso não tem nada a ver, pois podemos ser fortes e estarmos disponíveis para receber o que nos dão. O que aqui importa salientar é a importância do conceito de reciprocidade em toda as relações, se eu dou, eu também devo receber. Se nós passamos a vida a dar, dar, dar e não recebemos nada de volta, com a mesma qualidade que demos, algo está errado, e é necessário analisar como estão os pratos dessa balança, quase sempre desequilibrados pela falta de reciprocidade. Estas situações devem ser analisadas sobretudo em casos em que não pode existir amor incondicional, como é o caso das parcerias amorosas, sob pena de se tornar um conceito subversivo e destruir a autoestima e a identidade do excessivo doador. Nesses casos, para que sejam relações de sucesso é importante que haja uma dose equilibrada entre “o dar e receber” para que não existam na nossa história nem vítimas nem algozes.

Como temos um instinto maternal, outro erro em que frequentemente caímos é o de encarar as fragilidades dos outros como algo que devemos proteger, e nesse sentido, sentimo-nos super mulheres com o poder de levantar os outros do chão e acolher as suas dores, achamos que se cuidarmos das suas feridas, os outros vão gostar mais de nós e ter mais respeito, quando na verdade o que estamos a fazer é a torna-los reféns e dependentes desse excesso de amor protetor. Damos para poder receber, porque criamos na nossa cabeça a fantasia de estarmos a salvar os outros de si próprios. Quando percebemos que eles não têm a capacidade, a vontade ou o interesse de devolver esse amor que nós lhes damos, a tendência natural é ficarmos muito tristes, amarguradas e julgarmos de pouco agradecidos os que foram protegidos por nós. Mas, a verdade é que os outros até podem ser sugadores de energia e terem um efeito negativo sobre nós, mas fomos nós que criámos uma ideia destorcida de lhes agradar, fomos nós que demos em demasia, esperando que nos fosse retribuído o que esperávamos.

É altura portanto de parar um pouco e refletir sobre este tema e perceber se está a existir esse equilíbrio nas nossas vidas ou estamos nós a forçar um dos lados, e compreender de que modo nos estamos a sabotar, por isso não devemos ser nem demasiados doadoras, nem incapazes de receber, nem vivermos só à espera do que nos dão. Enquanto não existir esse meio termo, esse olhar para dentro e averiguarmos a nossa responsabilidade nas nossas relações,  vamos andar sempre à volta do mesmo, da queixa e da lamúria, a atribuir a culpa aos outros, e fazermo-nos de vítimas inocentes. É hora de agir e parar o padrão que temos arrastado ao longo da vida e fazer algo de novo e diferente. Queres resultados diferentes? Toma novas atitudes!

Procrastinação…esse grande palavrão

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Hoje venho falar-vos da Procrastinação, síndroma que todas nós, de vez em quando, sofremos, e que é nada mais, nada menos, do que ter a tendência para adiar constantemente uma tarefa, uma decisão, uma reflexão, empurrando as mesmas para o dia seguinte, ou para uma  ocasião mais propícia, e  a verdade é que os dias vão passando, os prazos vão-se arrastando e nada se faz sobre o assunto. Para justificar o sucedido dizemos que não estamos preparados, ou que não estão reunidas as condições ideais, inventamos sempre as melhores desculpas para validar a nossa falta de ação.
Consegues rever-te nesta situação? É um padrão na tua vida, ou uma situação pontual? Sabes o que te está a impedir de agires? O que sentes por te veres enredada numa teia que te bloqueia? Tens dificuldade em estabeleceres prioridades na tua vida? Chegas constantemente atrasada a compromissos ou nunca consegues cumprir um prazo estabelecido anteriormente?

Se este é o teu caso, o coaching pode ajudar-te a entenderes as razões que te levam a adiar sistematicamente tarefas ou situações, permitindo-te estabelecer metas realistas que consigas cumprir, planear melhor a tua vida e as tuas tarefas e identificar claramente as tuas prioridades e gerir melhor o teu tempo. Neste sentido, o coaching pode ser uma ferramenta de autoconhecimento essencial para estes casos, porque muitas vezes o ato de adiar constantemente situações e decisões, podem ter razões mais profundas, que nem sempre temos consciência, permitindo-nos perceber que emoções são despertadas pelo ato de procrastinar, e o modo como lidamos com elas, pois muitas vezes essas situações são uma autossabotagem da nossa mente, produzida por algo que nos condicionou anteriormente. Quantas vezes nós não evitamos fazer algo, porque uma experiência anterior nos deixou marcas de fragilidade? Logo a reação mais comum, quando repetimos alguma experiência semelhante é congelar, não agir, adiar, remetendo a mesma para uma altura em que nos possamos sentir mais capazes de lidar com essas emoções, que vêm ao de cima novamente.

Se este síndroma está a começar a ganhar contornos insustentáveis na tua vida, seja na área profissional ou pessoal, o que te posso propor é que tentes começar a fazer algo sobre o assunto, nem que seja dares um pequeno passo em relação a isso. Se tiveres essa iniciativa, que para ti até pode ser bastante pequena, essa ação será como uma engrenagem, levará a que tudo se mova e agilize, ainda que seja ao teu ritmo e ao teu tempo. Se por acaso, estás com um desafio de organização de papelada, de organização doméstica, ou um trabalho académico que necessita urgentemente ser acabado, não te deixes assustar pela tarefa na sua globalidade. Decompõe-na em pequenas ações e tarefas, faz um plano à semana, à quinzena, ao mês, e começa aos poucos a engrenar na sua realização. A motivação surgirá a partir do momento em que começas a ver coisas a serem solucionadas e resolvidas. Mesmo que a tarefa seja particularmente complexa, acredita que, com o tempo e a  planificação adequada, tudo se consegue e tudo se faz, etapa a etapa, chegarás lá.  E depois de cada meta estabelecida, e da tua ação cumprida, celebra a sua realização, faz algo para te mimar e te fazer ganhar mais confiança nas tuas capacidades.

eric-rothermel-23788.jpgPodes também inventar estratégias que tornem a ideia de planificação das tarefas algo mais divertido e criativo, podendo arranjar  um planner,  daqueles bonitos que se vendem agora nas lojas, onde podes distribuir as atividades a desenvolver, colocar uns post-its coloridos, usar umas agendas com um design sugestivo, um quadro fixo onde assinalas as tuas tarefas diárias ou semanais, num local da casa ou do escritório, bem visível, colocar toques no telemóvel com lembretes ou mensagens a dizer o que tens de fazer ou com palavras de encorajamento e motivação para que faças as mesmas com mais positivismo. Tudo vale quando queremos dar o nosso melhor e provar a nós mesmas que conseguimos superar esse síndroma, que tantas vezes nos bloqueia e impede de viver dias melhores e fantásticos.
Eu sei que depois de leres este texto já te sentes mais motivada, por isso o meu desafio é que comeces esta semana mesmo aquela tarefa que há tempos vens adiando ou que ganhes coragem para ir para a frente com determinada decisão. É hora, é agora, vamos lá!

Ana Machado

Cinco dicas para uma vida mais feliz, inspiradora e próspera

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Esta semana venho falar-lhe de dicas preciosas para viver de modo mais prazeroso e feliz e de aspectos que podem estar a bloquear e a impedir o fluxo natural da prosperidade na sua vida. Por isso, a minha proposta é que aproveite a leitura deste texto para refletir um pouco sobre si e verifique se está permitir que algumas das seguintes situações estão a afetar a sua felicidade.

  • Liberte-se de relações de dependência

As relações, sejam elas afetivas, amorosas, de amizade, familiares, ou outras são sempre importantes para o nosso desenvolvimento e felicidade, são elas que nos permitem identificar-nos com os outros, criar laços e dar sentido ao que fazemos, porque o ser humano é sobretudo um ser gregário que vive em sociedade e necessita de validação e reconhecimento dos outros para viver. Contudo, as relações para serem saudáveis, querem-se livres, fluídas e recíprocas, pelo que manter-se presa a padrões de submissão e dependência, sujeita a manipulações e medo de perder só podem trazer angústia, depressões e baixa auto-estima. Se quer que o fluxo da abundância e prosperidade invada a sua vida, liberte-se de todas as relações tóxicas que mantiver à sua volta, assentes na consumição, que a impedem de voar e de ser você própria. Não tenha medo de ficar sozinha, no caso de se manter num relacionamento amoroso desgastado, não seja dependente da opinião de terceiros, dos seus pensamentos e julgamentos. Não dependa, seja autónoma, não se anule, faça o que gosta e o que a acrescenta e valoriza. Se o fizer, será mais respeitada, mais amada e facilmente atrairá mais amor e amizade para a sua vida, pois será considerada um exemplo a seguir de pessoa determinada e fiel aos seus próprios valores. A dependência é sempre um padrão difícil de romper e por isso, leva sempre a um processo de estagnação e a resultados pouco favoráveis. Nesse aspeto, procure fugir desse tipo de relações que representam um beco sem saída na sua vida.

  • Foque-se em pensamentos positivos

Em vez de ver o copo meio vazio, veja-o sempre meio cheio, não se deixe levar pelo negativismo do vizinho, do colega de trabalho carrancudo que não suporta o seu riso pela manhã. Leia sobre a vida de pessoas inspiradoras e notáveis e motive-se com a sua história e exemplo, procure ver nestas biografias forma de aumentar as suas forças e de perceber que, tal como o Buda o afirmava, «somos o que pensamos», então se pensarmos negativo, é a negatividade que vamos atrair e seguir. Quantas vezes, não afirmamos, «eu tenho tanto azar», «não me acontece nada de bom», «faço tudo errado!», e insistimos num foco errado de coisas negativas. Isso impede que o positivismo e as coisas boas possam surgir na nossa vida, pois estamos sintonizadas só nas desgraças e no pessimismo. Ao interromper este ciclo, comece a perceber como muda o registo e a dê mais atenção ao que começa a surgir de interessante, seja um novo emprego, uma nova relação, ao mesmo a sua saúde, que pode começar a melhorar. Atenção ao que dá foco, pois é isso que vai comandar a sua vida. Foque-se na firmeza dos pensamentos positivos.

  • Tenha pelo menos 3 metas na vida e objetivos a curto e médio prazo

Sem leme, o barco pode ir ao sabor das marés, dos ventos e nunca conseguir chegar ao porto desejado. É isso que quer da sua vida? Não saber para onde vai? O caminho que quer? Pare de andar ao sabor da corrente e defina prioridades, verifique o que precisa mudar na sua vida, os sonhos que gostava de realizar, e visualize-se a alcançar o que mais deseja. Se tiver dificuldades em organizar-se procure um coach, ele poderá ajuda-la a ter mais clareza no que pretende realizar e a definir estratégias e formas de agir. Reserve momentos para a reflexão e autoanálise e recuse-se a viver sem rumo.

  • Inspire-se em histórias motivadoras

Toda a gente conhece pessoas que adoram contar e recontar histórias tristes que fazem chorar as pedras da calçada, de dramas que viram no telejornal ou leram em jornais sensacionalistas que enaltecem o horror e a tragédia e o pior da espécie humana, barbáries, e toda a espécie de crimes e atrocidades. Se é uma das pessoas que gosta de contar este tipo de histórias mórbidas, esqueça-as pois elas só fazem reviver energias negativas, que pouco contribuem para o desenvolvimento humano. Inspire-se em histórias motivadoras, de feitos heróicos e nobres, de atos de bravura e de louvor. Sinta a glória, não engrandeça a desgraça.

  • Não queira ser dona da verdade

Quer ter sempre razão, defender os seus pontos de vista, sente-se injustiçada e desrespeitada e por isso joga todas as armas para a sua defesa e não leva desfeita para casa? E de que lhe vale todo esse dispêndio de energia, tantas vezes infundado? Se acha que tem razão, demonstre os seus argumentos de forma razoável, mas respeite os pontos de vista diferentes dos seus e sobretudo não leve nada demasiado a peito e de forma pessoal. Desistir de ser a dona da verdade pode ser uma excelente forma de ser mais feliz e de se responsabilizar por quem é, não tenha ilusões que sabe tudo, porque nunca o saberá, a verdade que conhece é apenas a sua!
Espero que estas dicas a ajudem a ter mais momentos de felicidade e bem-estar. Lembre-se que a felicidade é um caminho, mas o caminho faz-se caminhando!

Ana Machado

A importância de um Peer Group

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Possuir um peer group é nos dias que correm algo que nos confere maior segurança e confiança, por nos revermos em pessoas que nos entendem e falam a mesma língua do que nós, sem nos julgar ou apontar o dedo, simplesmente aceitando-nos. Para quem não sabe o que é um peer group, este é um grupo de referência, de pares, de pessoas que podem ter gostos semelhantes ou estarem ligadas por razões profissionais.

Estar integrado num peer group e poder contar com ele é mais do que apenas ter com quem passar o tempo, quando não se tem nada para fazer, é contar com o seu apoio, a sua presença, é partilhar dúvidas, incertezas, é discutir pontos de vista, é encontrar pontos de suporte, sobretudo quando à nossa volta  vemos tudo a ruir. São as pessoas que nos questionam e desafiam e nunca nos deixam cair quando estamos mais fracas. São aquelas que nos motivam e inspiram com os seus exemplos de vida e as suas histórias. Somos sempre mais fortes quando estamos em grupo, porque nos “contaminamos” facilmente com a energia positiva que juntas produzimos, com a partilha de ideias e experiências. Juntas crescemos mais do que isoladas no nosso canto, às vezes enredadas em dramas e tristezas.

Foi a pensar na importância de criar um peer group feminino e no facto de muitas mulheres que tenho seguido em processos de coaching, se julgarem sós e as únicas a passar por determinados desafios, que decidi criar o grupo da Mad About Dreams para Mulheres Inspiradoras, que funciona a partir do facebook.
Apesar de ser um grupo com origem virtual, este é um grupo de mulheres de carne e osso e como tal, têm sido dinamizadas iniciativas para que se sintam mais integradas, apoiadas e se revejam no percurso de outras mulheres com percursos similares.
Neste grupo, além de podemos ser nós mesmas sem receios do que poderão pensar de nós, podemos falar abertamente em assuntos e temas que nem sempre as nossas amigas entendem ou conseguem ajudar, por nos conhecerem demasiado bem ou terem receio de magoar os nossos sentimentos. Quem passa pelas mesmas dores do que nós, pelos mesmos medos e incertezas, sabe o que sentimos e mais facilmente pode dizer-nos aquilo que nos dará a alavancagem para ir em frente e acreditar que é possível ultrapassar os obstáculos que encontramos pelo caminho. Funciona como um grupo de reflexão e encorajamento, de apoio e foco nos nossos objetivos, nos temas que precisamos debater e nos inquietam.

Estão previstas mais iniciativas mensais para consolidar a estrutura deste peer group, como tertúlias, caminhadas, passeios literários e de escrita, jantares temáticos e lanches. Se te agrada a ideia junta-te a nós e participa no grupo e aparece na próxima iniciativa que for organizada.

Junta-te a este grupo de mulheres inspiradoras e fantásticas!
Link do grupo: https://www.facebook.com/groups/697695000403858/

Ana Machado

Feliz 2017

Olá companheiros de viagem! O ano está a chegar ao fim e é altura de fazer balanços e definir estratégias para 2017, por isso é com imensa alegria que chego ao fim de 2016 completamente alinhada com o meu propósito, cheia de vontade de concluir projetos pendentes e de iniciar novos.
Desejo-vos a todos boas saídas de 2016 e excelentes entradas em 2017, com saúde, paz e alegria, reforcem o vosso foco e realizem os vossos objetivos. Para a outra semana conto apresentar-vos o meu site, enquanto isso, preparem o vosso ano, respondam às questões de autocoaching que vos sugiro, comentem, dêem-me um feedback, porque juntos podemos chegar mais longe.
Bom Ano de 2017!

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Outubro chegou!

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Chegados a outubro, entramos na estação da queda da folha, dos dias mais curtos e menos iluminados e como tal é o momento adequado para fazer balanços de vida, de perceber se aproveitámos o verão como ambicionávamos, se nos sentimos felizes e realizados, plenos e em harmonia com o universo, ou se há ali aquela pedrinha no sapato que incomoda, aquele calcanhar de Aquiles que nos dá cabo do sistema.

Esta é a altura perfeita para refletirmos e pensarmos nas mudanças que precisamos impulsionar para melhorar os nossos dias, seja a nível profissional, se pretendermos mudar de emprego ou até quem sabe de carreira, seja a nível relacional com amigos ou relacionamentos desgastados, seja no plano do autoconhecimento, entre outros.

O primeiro passo é mesmo saber, o que é que eu preciso neste momento? O que é que é que eu preciso alavancar e priorizar? O que é que é que se eu conseguir realizar vai ter uma enorme repercussão positiva nas outras áreas da minha vida? Já te perguntaste o que te faz feliz? O que precisas de acionar para te sentires mais realizado? És feliz todos os dias, ou apenas nos dias de descanso? E mesmo nos dias em que supostamente não trabalhas, retiras algum tempo para o teu prazer pessoal ou afundas-te nos teus papéis sociais, rotinas e deveres? Há quanto tempo não tens um tempo só para ti, nem que seja 30 minutos por dia, vá lá 5 minutos antes de dormir…?

A minha sugestão para ti hoje é que faças o seguinte exercício, pegues numa folha em branco, dividida em 3 colunas e que escrevas na primeira tudo o que te faz feliz e te realiza, na segunda coluna que elenques tudo o que fazes normalmente no dia a dia, e por fim na terceira o que fazes nos teus dias de descanso. Tenta ver o que andas a fazer nos dias quotidianos e de descanso que influenciem a tua felicidade e quão próximo ou distante andas tu do que te faz sentir feliz.

Depois de analisado o teu exercício, o favor que te peço para a tua própria sanidade mental é que comeces a introduzir pequenas atividades que mencionaste na primeira coluna do teu exercício nos teus dias, para que não deixes passar demasiado tempo para seres feliz…se não for hoje, amanhã pode ser tarde de mais…Pensa nisso!

Bora ser feliz?

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Coaching no Jardim da Estrela

Aproveitem a oportunidade para se inscreverem e fazerem uma sessão de coaching experimental comigo ao ar livre, num dos jardins mais bonitos de Lisboa.
Dia 1 de outubro, das 15h00 às 18h00.
Gratuito mas de inscrição obrigatória pelo e-mail: madaboutdreams@gmail.com

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Inscrições:

https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-coaching-no-jardim-da-estrela-27514974028

Coaching na Praia

Muito grata aos participantes das sessões de coaching, hoje na Praia do Paraíso, que vieram de longe, trouxeram um sorriso, um entusiasmo contagiante para desbravar as suas vidas e partir rumo à maior aventura que é a vida, provas que a juventude hoje também pode ser responsável, interessada e com vontade de construir um futuro melhor. Sinto-me mesmo muito contente por terem vindo. O universo lá sabe destas coisas…! 🙂

20160629-0010.jpegEntre a praia e as sessões houve ainda tempo para fazer uma paragem e começar a pensar no próximo semestre de 2016 e fazer um pouco de autocoching, definindo a área que necessito priorizar na minha vida, em termos de foco e de objetivos.20160629-0001.jpeg

Aproveita este período de calma e tranquilidade, para descansares, sossegar da azáfama e projetar o que precisas ainda realizar e concentrar a tua atenção. Experimenta fazer esse despiste com o exercício da pizza da vida, já disponível aqui em posts anteriores.