Amor é mais do que uma solidão partilhada

O Amor liberta
O Amor eleva,
O Amor é transformador
O Amor é partilha,
O Amor é acrescentar,
Nunca subtrair,
O Amor é incentivar,
Nunca denegrir
O Amor não junta metades
Mas seres inteiros.

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Comecei esta reflexão convosco sobre o poder transformador das relações amorosas, com este jogo de palavras, porque é isto mesmo que vos quero transmitir de modo simples e poético ao mesmo tempo.
Hoje em dia , muitas mulheres continuam a viver relacionamentos, que nada, mas quando digo nada, é mesmo nada têm a ver com o amor. Transformaram essas relações em lugares comuns, rotinas e hábitos que se repetem, onde não existe qualquer tipo de comunicação, um diálogo de cumplicidade, de entendimento, a partilha de uma linguagem que ambos entendam. Muitas vezes, na maior parte dos casos, já nem existe grande afeto, nem toque físico, apenas co-dependência. Se foi assim que viveram toda a vida, temem deixar essa realidade, porque desconhecem como será começar de novo, duvidando da sua capacidade de começarem tudo de novo  de novo e sozinhas.
Nesses casos, o medo da solidão pode ser tão grande, que embora já tenham consciência do que têm em casa não é nada, se mantém anos a fio, presas a uma infelicidade que preferem não falar, calando a tristeza, o desespero, a falta de novidades, o fim do desejo entre o casal, acomodam-se, deixam-se ficar, abdicando do que possa ser isso de felicidade, até porque ser feliz também dá muito medo.

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Se este é o teu caso, pensa no que podes fazer para transformar o teu relacionamento, se sentires que ainda é possível fazer algo por ele, salvá-lo desse estado moribundo. Inova, fala com o teu companheiro, procura perceber o que ele sente, o que ele quer da vida, estabeleçam objectivos comuns, introduzam mais momentos de intimidade entre vocês, arrojem, estipulem um dia só para os dois e aventurem-se nessa nova oportunidade. Percebam se é possível salvar algo que estava apenas adormecido por tanta rotina e obrigações. Estimulem isso. Mas, se depois de tentares, continuares a sentir que essa relação não te preenche, aconselho-te a redefinires tu os teus objectivos de vida. É isso que queres, uma relação que já não te faz vibrar? Que já não te faz querer correr para casa, muito menos para estar junto da pessoa por quem tu te apaixonaste um dia? Com quem não consegues aguentar o contacto físico, a presença dele? Com o qual nem consegues conversar sobre ti, sobre o que gostas e queres fazer, é isso que queres?
Ou sentes que precisas amar-te mais, aceitar-te, dar pequenos passos na direcção do que te faz feliz, do que  deixaste para trás, porque te deixaste anular?
Tu és mais do que os restos que permitiste que a tua vida se tenha transformado. Tu és poderosa, tu mereces ter paixão na tua vida, não permitas que o medo te trave e te impeça de ir mais além. Luta por ti, não te resignes, não te ignores, não cedas o teu poder pessoal, não apagues os teus sonhos, o teu amor, as tuas esperanças.
Nenhuma relação é isso em que transformaste a tua vida, o amor é tudo menos dependência e medo. Por isso luta, transforma, ama-te! Porque sim, tu mereces ser feliz!
E nunca te esqueças que mais vale só, do que mal acompanhada! Não há maior solidão, do que aquela que temos acompanhadas!

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A segurança nos relacionamentos

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Muita gente sonha com um relacionamento seguro e estável, mas na verdade segundo Osho, no seu livro, «Intimidade: confiar em si próprio e no Outro», nenhum relacionamento pode ser seguro, porque se for absolutamente seguro perderá o seu encanto e atração. Nada é 100%  garantido, nem o maior dos amores pode jurar a pés juntos que se manterá junto daqui a alguns anos. O amor é uma construção, é imprevisível, é dinâmico pelo que não se pode aprisionar, tudo é possível de acontecer. É esse lado “inseguro” que o faz ser vivido com tamanha intensidade, porque do futuro nunca se sabe, apenas se sente no presente, se ama no presente. As projeções do amor no futuro não passam de ilusões nossas.

Nesse sentido, o futuro está sempre em aberto, é por isso que Osho afirma, com alguma graça, que «se quer um relacionamento muito seguro, terá de amar um morto; mas nesse caso não sentirá prazer nenhum». Vistas as coisas nesta perspetiva nenhum relacionamento deve ser muito seguro, deve saber-se conviver com o medo da perda, sem fazer disso uma obsessão, pois nada é certo nesta vida. Amar é arriscar, nunca se conhece o momento seguinte, por isso se deve amar com total entrega e intensidade, porque o que é hoje, amanhã poderá já não ser. Amar é perder o medo de perder, doar-se, aproveitar o momento presente, evitando remorsos tardios. Desta forma, o amor não é para os pouco audazes, para os medrosos, sendo uma arte para os corajosos e aventureiros que não temem colocar o coração a prémio. Amar é uma verdadeira libertação, embora haja aqueles que o evitam apelando às defesas e às armaduras que os impedem de reviver dramas e traumas antigos…escudando-se em relações efémeras e fugazes, mas que negam o amor, maldizendo-o. Como somos aquilo que pensamos e temos a capacidade de tornar as nossas profecias uma realidade, se negarmos o amor com medo de nos magoarmos, tudo o que atrairemos serão sem dúvida relacionamentos muito desagradáveis e atolados de negatividades. Por isso, correndo o risco de poder correr mal, o melhor é viver o sentimento do amor, e deixar que ele inunde de cor e felicidade as nossas vidas, acreditando no seu enorme potencial transformador. Segurança no amor? Só no cemitério, onde foram felizes para sempre.

«Não desperdice este momento a preocupar-se com o futuro, porque isso é suicida. Não dirija um único pensamento ao futuro, porque nada se pode fazer quanto a ele, e portanto é uma pura perda de energia. Ame esse homem e seja amado por ele.»

Citações da obra: «Intimidade: confiar em si próprio e no Outro»

O poder do silêncio

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Continuando a explorar a obra de Osho «Intimidade: confiar em si próprio e no Outro», refletimos hoje sobre a importância do silêncio na relação connosco mesmos e com os outros.

É no silêncio que reconhecemos a nossa essência, que dialogamos com as camadas mais profundas do nosso ser, que descobrimos as respostas mais internas e autênticas. É nesse estado meditativo que nos conhecemos e descortinamos os sentidos mais misteriosos da vida quer através desse diálogo interno que estabelecemos connosco, quer através da nossa ligação ao divino, numa perspetiva mais etérea.

Também no amor, o silêncio é das formas de expressão mais importantes e autênticas, e não falo daquele silêncio que se impõe como um manto magoado, constrangedor, mas daquele que não precisa de palavras, expressando-se através do toque, de um olhar, de uma carícia, falando através dos sentidos e do coração que vibra na mesma sintonia. Porém, a verdade, é que nem sempre nos sentimos bem com este silêncio e tendemos a preencher os mudos momentos com palavras e ruído desnecessário para esconder desconfortos e sobretudo para mascarar sentimentos, que muitas vezes são já inexistentes.

«Você precisa da linguagem para se relacionar com as pessoas com quem não tem nenhum relacionamento de amor. Precisa da não – linguagem para pessoas com quem tem um relacionamento de amor. A pessoa deve tornar a ser inocente como uma criança e ficar em silêncio. Os gestos estarão presentes, por vezes, sorrisos e dar as mãos, outras vezes fica-se simplesmente calado, olhando nos olhos um do outro, sem fazer nada, contentando-se em ser. As presenças encontram-se e fundem-se e algo acontece que só você conhecerá. Só você, a quem isso aconteceu».

Citações da obra: «Intimidade: confiar em si próprio e no Outro»

Confiança, Amor próprio e Intimidade

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Para confiares nos outros tens primeiro que começar por confiar em ti próprio. Se não confiares em ti, como poderás confiar em terceiros? O mesmo se passa no amor, tudo passa primeiro pelo nosso amor-próprio, pois se não tivermos amor por nós, não poderemos nem amar nem permitir sermos amados. Seguindo a leitura do livro de Osho «Intimidade: Confiar em si próprio e no Outro» há uma citação que gostaria de destacar por nos revelar muito do que se passa nos relacionamentos atuais, em que há excesso de defesa e de receio da entrega e da vulnerabilidade:

 « Como poderá você amar uma pessoa que se condena a si própria? Essa pessoa não acreditará em si. Se ela não se ama como pode você amá-la? Suspeitará de que se trata de uma brincadeira, de um embuste, de uma rasteira. Suspeitará que você tenta enganá-la em nome do amor. Será muito cautelosa, vigilante, e essa suspeita envenenará o seu ser. Quando você ama uma pessoa que se detesta a si própria, está a tentar destruir o conceito que ela faz de si própria.»

Penso que nesta citação encontramos o paradigma de muitas das relações amorosas e dos seus problemas contemporâneos, pautados pelos desequilíbrios e pela desarmonia a longo prazo. Nenhuma energia amorosa resiste a este turbilhão de sentimentos, ao “desamor próprio” que vivemos, assistindo-se a relacionamentos cada vez mais autodestrutivos, efémeros e de fraca consistência. Amar o outro implica assim que eu me ame em primeiro lugar e não esperar que ele preencha o meu vazio emocional. O contrário pressupõe carência, egocentrismo, desespero, vitimização e descontrolo.

Para se tornar íntimo de alguém é preciso que confiemos em nós e no outro e que permitamos essa aproximação, sem medo, em total respeito e entrega incondicional. Intimidade é relacionarmo-nos com proximidade física e confiança, sem necessidade de fingimentos, de máscaras e de subterfúgios.

«Quando dois amantes são realmente francos um com o outro, quando não têm medo um do outro e não escondem nada um do outro …isso é intimidade. Quando eles podem dizer cada coisa e todas as coisas sem medo de que o outro fique ofendido ou magoado…» .

Mas se a intimidade é isto, será que cada um de nós está disponível para se deixar expor por completo, assumindo a sua própria vulnerabilidade? É por isso que, nem mesmo os amantes mais fervorosos costumam ser normalmente íntimos, porque a intimidade despe não apenas o corpo, mas a alma na sua essência, deixando «que o outro entre em si , o  veja como você próprio se vê; e deixar que o outro o veja a partir do seu interior.»

A intimidade é assim um bem raro e muito precioso,  sendo possível apenas entre pessoas que são corajosas e que não têm medo de se mostrarem e de se entregarem, sem recearem que o outro, com quem estão, possa explorar a seu favor esse capital de conhecimento tão profundo.

Citações da obra: «Intimidade: confiar em si próprio e no Outro», de Osho

Desafio nº 9 – Não tornar as coisas demasiado pessoais

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A dica que hoje vos trago para viver melhor o conceito de felicidade é inspirado num princípio do povo Toltecas, que viveu no México no sex. X a XII, e que foi referido pelo escritor mexicano Dom Miguel Ruiz, nos seus livros.

De acordo com esta máxima, não devemos personalizar demasiado as coisas,  sobretudo o que os outros nos dizem ou fazem, correndo o risco de lhes ripostar de igual modo, assemelhando-nos aos seus comportamentos.

Humanamente reconheço que esta dica é de facto ambiciosa, a nossa tendência quando nos fazem uma crítica ou reparo é de devolver em dobro o que nos disseram, é vomitar injúrias e maledicências porque temos a tendência de levar tudo para um ponto de vista pessoal e achar que estão sempre contra nós. Mas, a verdade é que quer nós queiramos, quer não, nós não somos o centro do universo, não devemos colocar-nos sempre nessa posição tão defensiva, porque às vezes apenas se trata de uma crítica, ou de algo que não sabemos entender e alimentamos com isso uma insatisfação extrema e um efeito bola de neve, que só vai aumentando até tomar contornos insustentáveis. Por isso, o que sugiro, embora vos diga que de facto não é fácil ceder aos ímpetos mais egocêntricos, é que tentem ignorar a carga negativa que, por vezes, vos querem despejar em cima, seja com intenção direta, ou de modo colateral. Nesse sentido deve-se evitar levar as coisas a peito e projetá-las em nós, porque não somos nós os responsáveis dessa vibração. Só assim nos poderemos sentir mais leves e livres.

Para seguir esta sugestão o desafio que vos deixo é que não se deixem influenciar, nem afetar por tudo o que vos dizem, seja mau ou bom, e não se deixem revoltar pelas ações e comportamentos que vos rodeiam.

Para isso sugiro-vos que façam uma pequena meditação, coloquem as vossas mãos no coração, e relativizem o que sentem em relação a determinadas pessoas que vos testam constantemente a paciência e a tolerância. Aceitem que essas pessoas dão aquilo que têm e que aprenderam com a vida e relativizem o seu mapa mundo. Nessa meditação imaginem-se numa enorme bolha que vos protege das energias negativas e vos impede de serem atingidos por qualquer tipo de emoção mais desconfortável. Visualizem-se dentro dessa bolha e imaginem uma ou duas pessoas que vos testam constantemente e sintam-se completamente a salvo da sua influência.  No final, respirem fundo e sintam a paz a invadir-vos completamente. Lembrem-se sempre que ninguém tem o direito de vos afetar e de derrubar a vossa paz interior. Quando estiverem em apuros, imaginem novamente essa bolha protetora, que vos impede de entrar na mesma vibração de quem vos incomoda.

Jornada feliz!

Ama-te mais

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Nos últimos dias enchi a página com imagens e estímulos que te inspirassem para o amor, que te fizessem acreditar mais nessa energia mágica que nos move e faz da vida algo maravilhoso. Celebrar os sentimentos, dizer ao outro (a) que o (a) amamos, exprimir isso em gestos e atitudes é de facto algo que nos pode acrescentar, não apenas porque é dia dos namorados e todos esperam isso de nós, mas porque nos vem de dentro essa vontade de nos conectarmos com quem amamos.
Contudo, essa simbiose só poderá ser perfeita se não for uma dependência, uma muleta nas nossas vidas, só faz sentido se nos amarmos em primeiro lugar, independentemente do outro (a), sendo essencial numa primeira instância o amor próprio.
Como diz Vera Faria Leal «Quando cuidamos de nós, quando nos tornamos mais inteiros em nós próprios, as nossas relações tendem a tornar-se relações de pessoas completas, logo, que têm mais para dar uma à outra. Sem o outro já não me perco, pois o meu centro está em mim e é a partir dele que irradio a minha liberdade, a minha verdade, o meu amor. Ninguém pode roubar um sol que já habita dentro de nós. Com o outro me amplio e alcanço mais, como dois sóis à volta dos quais giram os planetas-vida, dançando pelo cosmos a dança do amor divino espiritualizando a condição humana.» In: «O Poder do Amor».
Amem-se mais!

101 MANEIRAS DE MARCAR PONTOS COM UMA MULHER

Imbuída pelo espírito do amor, os posts que se seguem são inteiramente dedicados ao S. Valentim, à arte de amar, às dicas criativas para viver esta quadra, à complexidade dos relacionamentos, às diferenças que opõem os homens e as mulheres e que por vezes dificultam a compreensão mútua. Que o dia de S. Valentim não seja só uma data comercial para celebrar, mas antes o motivo que vos impulsiona para expressarem o melhor o que nos vossos corações ressoa. Be in love!

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Este primeiro post é dedicado aos homens dando-lhes algumas sugestões para agradarem e conquistarem continuamente as vossas mulheres ou namoradas, pois o amor como sabem carece ser nutrido e mantido ao longo do tempo. As dicas são retiradas de um excelente livro sobre os relacionamentos entre homens e mulheres « Os Homens são de Marte, as Mulheres de Vénus» de John Gray, sobre o qual hei-de abordar futuramente.
Homens se querem marcar pontos com as vossas companheiras preparem-se então, anotem tudo num caderninho para não esquecerem…

«1. Ao chegar em casa, procure encontrá-la antes de fazer qualquer outra coisa e dê- lhe um abraço.
2. Faça-lhe perguntas específicas sobre o dia dela que indiquem que você sabe o que ela estava a planear fazer (ex. : “Como foi a tua consulta com o médico?”).
3. Tente ouvir e fazer perguntas.
4. Resista à tentação de resolver os problemas dela em vez disso demonstre empatia.
5. Dê-lhe vinte minutos de atenção não solicitada (não leia o jornal ou se distraia com qualquer outra coisa durante esse tempo).
6. Ofereça-lhe flores, quer de surpresa, quer em ocasiões especiais.
7. Planeie um programa com vários dias de antecedência, é preferível do que esperar até sexta à noite e perguntar o que ela quer fazer.
8. Se é ela geralmente quem prepara o jantar, ou se é a vez dela e ela parecer cansada ou realmente ocupada, ofereça-se para fazer o jantar.
9. Faça elogios à sua aparência.
10. Demonstre empatia pelos sentimentos dela quando ela estiver aborrecida.
11. Ofereça-se para ajudá-la quando ela estiver cansada.
12. Planeie tempo extra quando estiverem viajando de modo que ela não precise se apressar.
13. Quando você se atrasar, telefone e avise-a.
14. Quando ela pedir apoio, diga sim ou não sem fazer com que ela se sinta errada por perguntar.
15. Sempre que os sentimentos dela tiverem sido magoados, demonstre alguma empatia e diga-lhe “Sinto muito que você se sinta magoada”. Depois fique em silêncio; deixe que ela sinta que você compreendeu a mágoa dela. Não ofereça soluções ou explicações de por que a mágoa dela não é culpa sua.
16. Sempre que você tiver que se afastar, faça com que ela saiba que você voltará ou que você precisa de algum tempo para pensar sobre as coisas.
17. Quando estiver mais calmo e voltar, converse sobre o que o estava incomodando de uma forma respeitosa e não acusadora, para que ela não imagine o pior.
18. Ofereça-se para acender a lareira no inverno.
19. Quando ela falar com você, abaixe a revista ou desligue a televisão e dê-lhe sua atenção.
20. Se ela geralmente lava a louça, ocasionalmente ofereça-se para lavar a louça, especialmente se ela estiver cansada nesse dia.
21. Observe quando ela está aborrecida ou cansada e pergunte o que ela tem para fazer. Ofereça-se para ajudar fazendo algumas das suas tarefas.
22. Quando sair, pergunte se tem alguma coisa que ela quer que você compre, e lembre-se de comprar.
23. Diga- lhe quando planear fazer uma festa ou sair.
24. Dê-lhe quatro abraços por dia.
25. Ligue do trabalho para perguntar como ela está ou compartilhar alguma coisa excitante ou dizer “Eu te amo”.
26. Diga-lhe “Eu te amo” pelo menos umas duas vezes todo dia.
27. Faça a cama e arrume o quarto.
28. Se ela lava suas meias, vire suas meias do avesso de modo que ela não tenha que fazê-lo.
29. Observe quando o lixo está cheio e se ofereça para o esvaziar.
30. Quando você estiver fora da cidade, ligue para deixar um número de telefone onde poderá ser encontrado e para que ela saiba que você chegou bem.
31. Lave o carro dela.
32. Lave seu carro e limpe o interior antes de sair com ela.
33. Tome um banho antes de fazerem sexo ou passe um perfume se ela gostar.
34. Fique do lado dela quando ela estiver aborrecida com alguém.
35. Ofereça-se para dar-lhe uma massagem nas costas, no pescoço ou nos pés (ou todas as três).
36. Faça questão de a acariciar ou ser afetuoso algumas vezes sem ser sensual.
37. Seja paciente quando ela estiver partilhando. Não olhe para o seu relógio.
38. Não mude de canal quando ela estiver assistindo televisão consigo.
39. Mostre afeto em público.
40. Quando estiverem de mãos dadas, não deixe que sua mão fique frouxa.
41. Aprenda as bebidas preferidas dela; assim você pode oferecer-lhe uma seleção daquelas que você sabe que ela já gosta.
42. Sugira restaurantes diferentes ao saírem; não empurre para ela o peso de decidir aonde ir.
43. Compre bilhetes para o teatro, concerto, ópera, ballet, ou algum outro tipo de espetáculo de que ela goste.
44. Crie ocasiões em que ambos possam se vestir a rigor.
45. Seja compreensivo quando ela se atrasar ou decidir trocar de roupa.
46. Preste mais atenção nela do que nos outros em público.
47. Faça com que ela seja mais importante do que as crianças. Deixe que as crianças a vejam recebendo sua atenção primeiro e antes de tudo.
48. Compre-lhe pequenos presentes como pequenas caixas de chocolates ou perfume.
49. Compre-lhe um vestido (leve uma foto da sua parceira junto com suas medidas para a loja e aceite ajuda na escolha).
50. Tire fotos dela em ocasiões especiais.
51. Dê escapadas românticas.
52. Deixe que ela veja que você carrega uma foto dela na sua carteira e atualize-a de vez em quando.
53. Quando estiver num hotel, faça com que preparem o quarto com alguma coisa especial, como uma garrafa de champanhe ou vinho ou flores.
54. Escreva um recado ou faça um cartaz em ocasiões especiais como aniversários.
55. Ofereça-se para dirigir o carro em viagens longas.
56. Dirija devagar e com segurança, respeitando as preferências dela. Afinal de contas, ela está impotentemente sentada no banco da frente.
57. Observe como ela se está a sentir e comente? “Pareces feliz hoje” ou “Pareces cansada” ? e então faça uma pergunta como “Como foi o teu dia?”
58. Quando a leva para sair, estude o endereço com antecedência para que ela não tenha que ser responsável pela orientação.
59. Leve-a para dançar ou frequentem cursos de dança juntos.
60. Surpreenda-a com um bilhete de amor ou um poema.
61. Trate-a da maneira que você fazia no começo do relacionamento.
62. Ofereça-se para consertar alguma coisa na casa. Diga “O que precisa ser consertado por aqui? Eu tenho algum tempo extra”. Não se encarregue de mais do que você pode fazer.
63. Ofereça-se para afiar as facas dela na cozinha.
64. Compre cola para consertar as coisas que estiverem quebradas.
65. Ofereça-se para trocar lâmpadas logo que elas queimem.
66. Ajude a reciclar o lixo.
67. Leia em voz alta ou recorte secções do jornal que interessariam a ela.
68. Escreva com capricho qualquer recado telefónico para ela.
69. Mantenha o chão do banheiro limpo e enxugue-o depois de tomar banho.
70. Abra a porta para ela.
71. Ofereça-se para carregar as compras.
72. Ofereça-se para carregar caixas pesadas para ela.
73. Em viagens, cuide da bagagem e seja responsável pela colocação dela no carro.
74. Se ela lava a louça ou se é a vez dela, ofereça-se para ajudar a esfregar panelas ou outras tarefas difíceis.
75. Faça uma lista de “coisas para consertar” e deixe na cozinha. Quando você tiver tempo faça alguma coisa daquela lista. Não deixe que demore muito.
76. Quando ela prepara uma refeição, elogie sua culinária.
77. Quando estiver a ouvi-la, use contato visual.
78. Toque-a com sua mão algumas vezes quando conversar com ela.
79. Mostre interesse pelo que ela faz durante o dia, pelos livros que lê e pelas pessoas com quem se relaciona.
80. Quando estiver a ouvi-la a falar, assegure-a de que você está interessado.
81. Pergunte a ela como está se sentindo.
82. Se ela esteve doente de alguma forma, pergunte como está se sentindo.
83. Se ela estiver cansada, ofereça-se para fazer um chá para ela.
84. Apronte-se para ir dormir junto com ela e vá para a cama ao mesmo tempo.
85. Dê-lhe um beijo e se despeça quando você sair.
86. Ria das piadas e do humor dela.
87. Diga obrigado verbalmente quando ela faz coisas para você.
88. Observe quando ela faz o cabelo e faça um comentário elogioso.
89. Crie momentos especiais para ficarem sozinhos.
90. Não atenda ao telefone em momentos íntimos ou se ela estiver compartilhando sentimentos vulneráveis.
91. Ande de bicicleta junto com ela, mesmo que seja somente uma distância curta.
92. Organize e prepare um piquenique. (Lembre-se de levar uma toalha de piquenique.)
93. Se ela cuida da lavagem das roupas, leve as roupas para a lavandaria ou ofereça-se para lavá-las.
94. Leve-a para passear a pé sem as crianças.
95. Negocie de uma maneira que mostre a ela que você quer que ela consiga o que quer e que você também quer o que quer. Seja carinhoso, mas não seja um mártir.
96. Faça com que ela saiba que você sentiu saudades dela quando você esteve fora.
97. Traga para casa a torta ou sobremesa preferida dela.
98. Se ela normalmente faz as compras de comida, ofereça-se para fazê-las.
99. Coma moderadamente em ocasiões românticas de modo a não ficar cheio e cansado mais tarde.
100. Peça-lhe que acrescente seus pensamentos a essa lista.
101. Baixe a tampa da sanita.

John Gray, «Os homens são de Marte, as Mulheres são de Vénus»

Dica 5 – Reúne-te de pessoas inspiradoras

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As nossas vidas por vezes precisam de abanões, exigindo que sejamos seletivos com quem deixamos entrar nas nossas vidas, seja em termos de amizades ou de relacionamentos. Quantas vezes damos por nós completamente consumidos em relações tóxicas, que nos diminuem os níveis de energia, em que não nos revemos, nem identificamos mas não temos coragem para cortar os laços?

Neste início de ano, identifica quais as pessoas que te fazem sentir esse lixo tóxico, constantemente focadas nelas próprias e afasta-te delas, porque não são mais do que sugadoras de ti, não te valorizando em nada, elas apenas precisam de cultivar o seu enorme vazio. Pensa em ti em primeiro lugar, se é esse tipo de relações que queres cultivar na vida, se estás a aprender alguma coisa de válido com essas pessoas, se elas te inspiram e te fazem ser a melhor versão de ti próprio.

Porém não te isoles, não deixes que a solidão invada os teus dias, pelo menos no sentido negativo da solidão, porque também há a solidão que nos enriquece e fortalece, procura alternativas de pessoas que te possam inspirar, passa mais tempo com elas, combina cafés, almoços ou saídas, partilhem programas que vos façam crescer junto dessas pessoas. São elas que te arrancam da escuridão, que põem luz no teu caminho, que te fazem sentir a esperança no coração, com quem podes ter conversas únicas e espetaculares, são elas que te confrontarão com as tuas próprias dúvidas, que te desafiarão e te farão sair da tua zona de conforto. Os céticos que leiam estas palavras, dirão que sou uma simplista da vida, mas a verdade é que tem sido através deste tipo de iniciativas que tenho arranjado os amigos que fazem parte da minha vida, alguns por uma estação, outros por um período de tempo, muitos por longos anos. E o que vos posso dizer é que são os amigos inspiradores que valem a pena, os que nos colocam desafios, com quem partilhamos ideias e questões da nossa vida, com quem vivemos momentos e nos sentimos valorizados.

 E como podes fazer para encontrar pessoas assim? Sei que pode não ser fácil, mas porque não começares por encontrar locais, hobbies, voluntariados, aulas de dança, cursos e formações que gostas de fazer, possivelmente lá encontrarás pessoas com os mesmos interesses do que tu? Na net encontras tantas alternativas, nos grupos das redes sociais, em plataformas como o Meet up, aí poderás escolher o grupo temático com que mais te identificas, que são bastante diversificados. Sabes não és a única pessoa do mundo a gostar das mesmas coisas, a pensar da mesma forma…

Sai da casca, liberta-te do que já não te faz falta, nem acrescenta, ri-te com outras pessoas, tem conversas estimulantes e interessantes, deixa-te inspirar pelo movimento da vida!