Desafio 15 – Pratica atos de amizade

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A amizade é um dos principais pilares da felicidade, se não mesmo um dos mais elementares. Só quem se doa, com amizade, aos outros, desinteressadamente, pode ser mais feliz. Desse modo é importante fomentar as relações com os amigos, dar provas que estamos lá, que alimentamos a sua essência, tal como regamos uma planta e a adubamos, pois sem cuidados, sem vigilância e apreço pelo outro a amizade vira uma convenção, uma obrigação, que em vez de acrescentar algo de positivo à vida, acaba se arrastando, de modo desgastado e sem sentido. Eu até posso acreditar que os amigos podem ser como as estrelas no céu, que não preciso de os ver para saber que eles estão lá, contudo se nos fiarmos demasiadamente nesse princípio, um dia olhamos para o céu e descobrimos que elas migraram para outra constelação.

Por esse motivo, é fundamental cultivar as nossas amizades, ainda que o tempo urja e nos fuja, sempre a correr, seja com aquelas que nos rodeiam mais proximamente, ou com aquelas que estão mais longe geograficamente, embora perto do coração. O desafio da felicidade para o dia de hoje baseia-se em demonstrações de carinho e afeto com os teus amigos. Peço-te que escolhas 5 deles, pensa naqueles que há mais tempo não lhes demonstras a tua amizade, por forças das circunstâncias, e faz-lhes uma surpresa, que pode ser desde uma simples mensagem de bom dia pela manhã, um convite para um café ou um almoço, um telefonema mais demorado, o envio de um ramo de flores, um abraço apertado ou um beijo, um convite para o cinema ou para o futebol, ou mesmo, porque não, para beber um copo num fim de um dia e colocar a conversa em dia. Expressa-lhes o que sentes e como essas pessoas são importantes para ti. São coisas aparentemente simples, mas que permitem aproximar os amigos, minorar as distâncias do dia a dia e reforçar os sentimentos com aqueles que escolhemos para nos acompanhar nesta jornada. Repete com frequência este ritual e não deixes passar muito tempo…

Desafio 10- Gargalhar

O tema da felicidade de hoje é a gargalhada, que permite libertar o stress, as tristezas, as frustrações, celebrar a vida, o bom humor e o lado bom da vida.

Quem me conhece sabe que, de um modo geral, tenho a gargalhada fácil, e que é um dos maiores prazeres que tenho na vida – rir a “bandeiras despregadas” ou “partir o coco a rir” até a barriga doer e as lágrimas começarem a cair, não da dor, mas da alegria e da emoção que me liberta.

Neste sentido, soltar uma bela gargalhada pode ter efeitos catárticos, calmantes e de um enorme alívio, permitindo expulsar as más energias acumuladas, expandir o peito e oxigenar o cérebro. Trata-se de um remédio natural inspirador e contagiante que além do mais produz enormes benefícios mentais, físicos e emocionais. Ajuda por outro lado a produzir um enorme bem-estar e um maior desejo de viver, torna-se a sonoridade perfeita para exprimir um estado de felicidade.

Quem pratica ioga do riso, sabe que um dos truques é começar por provocar o riso, pois o cérebro não percebe que este está a ser forçado e liberta as mesmas substâncias de felicidade, como se o riso fosse espontâneo e natural.

Desta forma, o desafio que te trago hoje, embora te possa parecer um pouco estranho, caso não gostes muito de rir, é que rias à gargalhada pelo menos durante um minuto, vais ver que assim que engrenes no mecanismo do riso não vais querer parar tão rápido. Sugiro-te que te inspires em vários tipos de riso diferentes ou que vejas os pequenos filmes que aqui inseri, para que o riso possa ir crescendo dentro de ti.

O ideal é que vás integrando o ritual do riso no teu quotidiano, sobretudo nas alturas em que és assaltado por pensamentos e energias negativas, que te desgastam e impedem de desfrutar mais de um estado feliz e descontraído. Nessas alturas, tenta rir-te dessas situações e relativizar as mesmas, tornando-as o mais ridículas possíveis.

Bora lá rir?

Desafio nº8 Enfrenta os teus piores medos

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Para viveres mais intensamente momentos felizes vais ter de começar a derrubar as tuas limitações, o que te constrange e inibe de poderes assumir o controlo da tua vida. Não é uma tarefa fácil, nem imediata, é algo que requer coragem, determinação e audácia. Vencer os medos, aqueles que colecionamos há anos, que fazem parte do nosso discurso e que justificam a nossa inércia, não é para todos…mas tu que me lês, eu sei que és capaz. Pelo menos capaz de tentar e só quem se arrisca merece vencer a batalha.

Por isso o desafio que tenho para ti hoje é que penses num dos teus piores medos, frustrações, ou em algo que te incomode verdadeiramente e que não tenhas tido coragem de enfrentar, até agora. Pega num papel e numa caneta e escreve o que pensaste, na situação que te veio à mente. Quando estiveres preparado (a), peço-te que penses numa pessoa a quem tu gostarias de partilhar o que te amedronta e que a imaginasses bem perto de ti. Respira profundamente, três vezes, e lê em voz alta o que escreveste antes, como se o dissesses à pessoa que imaginaste. Conforme lês o que escreveste, com voz firme e alta, sente o peso nos ombros a sair de ti, e uma força magnética a invadir o teu peito. Repete a leitura em voz alta, até que esse medo, perca a intensidade que lhe deste. Sente o alívio em todo o teu corpo. Repete este desafio sempre que um novo medo te invada a alma e corrompa o teu ser. Se te fizer sentido, em vez de imaginares a pessoa diante de ti com quem partilhas a tua vulnerabilidade, conta-lhe mesmo, liga-lhe ou encontra-te com ela para que o exercício possa ter um maior impacto na tua vida. A única dica que te deixo é que se optares por falar com alguém, escolhe uma pessoa em quem tu confies de verdade, que não te julgue, que te aceite incondicionalmente, que não ponha em causa o teu sistema de valores.

Estás de parabéns! Com este exercício provaste a ti mesmo que consegues apagar o fogo do teu dragão interior, que consegues dominá-lo e ser o herói de ti próprio (a)!

Desafio nº7 – Sorrir

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O tema da felicidade hoje é o sorriso, aquela expressão mágica que pode fazer toda a diferença no dia de alguém e que tantas vezes escasseia nos rostos cinzentos das pessoas que caminham de olhos fitos no chão,  com os semblantes carregados e contorcidos.

A proposta de hoje é que reforces o teu sorriso, não o amarelo e forçado, mas aquele que vem de dentro e ilumina a alma, numa centelha de vida e de esperança. Bem sei que nem sempre é possível mostrá-lo de forma espontânea, sobretudo quando te acontece algo desagradável, ou andas mais triste e desconsolado (a), mas o importante é que não o percas de vista, pois o sorriso pode ter um efeito poderoso sobre ti, libertando endomorfinas, hormona conhecida por produzir um estado de felicidade.

Nesse sentido, o exercício que trago hoje para te desafiar é que vás até ao espelho e faças um grande sorriso. Depois de vestires o teu melhor sorriso, peço-te que pensas num pensamento negativo teu ou numa crença limitadora que te impeça de alcançares o que pretendes na vida. Continua a sorrir, imagina o que te incomoda de forma completamente ridícula e com um movimento acelerado, como se fosse um daqueles filmes cómicos mudos do princípio do século XX. Podes rir-te à vontade se te der vontade. Faz isto por 60 segundos e repete sempre que um pensamento insistente que avassalar a mente.

Que tal te sentes? Não te esqueças de trazer contigo sempre o sorriso, pois é ele que te levanta a moral e te devolve a calma e o bem-estar.

Bons sorrisos!

Desafio 6 – Gratidão

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Hoje o tema da felicidade é a gratidão. Já aqui falei várias vezes deste assunto, mas a verdade é que estarmos gratos ajuda-nos a focar nos aspetos positivos da vida e nos aspetos bons que podemos ter na vida.

Qual foi a última vez que te sentiste grato (a) com alguma coisa, com uma experiência, com um lugar, com uma pessoa, algo que te encheu o peito de satisfação? Mas, nem precisa ser algo muito especial, basta ser algo que seja importante que valorizes na tua vida, como o facto de seres saudável, de teres acordado pela manhã, de teres ar para respirar, de teres água para lavares o teu corpo, alimentos para saciar o teu corpo, um emprego para poderes sustentar as tuas contas, o que achares relevante de agradecer de existir na tua vida.

Já referi em posts anteriores a importância de teres um pote da gratidão, que podes encher com papéis coloridas onde agradeces as bênçãos do dia, mas também podes optar por arranjar um caderninho , onde podes colocar todos os teus agradecimentos. O ideal é que escrevas todos os dias alguma coisa no teu caderninho. Não tardará muito, o teu caderno estará repleto de pensamentos repletos de gratidão e o teu coração repleto desse sentimento que só atrai amor e maravilhas na tua vida.

Desafio nº4 – Chuvinha de amor

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O desafio que tenho hoje  para tu viveres a felicidade pode ser partilhado com a família, um grupo de amigos ou colegas de trabalho. Trata-se mesmo de um momento muito inspirador, pelo que quando finalizas o exercício sentes-te verdadeiramente renovado (a), pelo menos foi assim que me senti quando o fiz.

Assim, desafio-te a reunires algumas pessoas e a pedir-lhes que escrevam quatro frases poderosas, amorosas, entusiasmantes, de elevação, encorajamento e admiração.

Exemplos:

«Tu és maravilhoso!»

«Tu consegues!»

«Vai em frente!»

«Acredita em ti!»

«És invencível!»

«Orgulhas-me!»

As frases são depois trocadas com os restantes elementos do grupo grupo, de modo a que as suas palavras conheçam outros destinatários, embora devam ser assinados por quem escreveu.

Coloca se possível uma musica épica que transmita muita força e garra. Reúne o grupo em círculo, ficando uma das pessoas no centro a receber a chuvinha de reforço positivo. Os restantes elementos circulam e sussurram ao ouvido do que ficou no centro as palavras inspiradoras que o próprio escreveu e assinou e foram distribuídas anteriormente entre todos. Depois de todos terem dito a frase quem está no centro é abraçado, recebendo uma enorme energia positiva contagiante, também devido ao efeito da música, e toma a sua vez no círculo e repete-se até todos terem estado no centro.

Posso garantir-lhe que os efeitos depois de uma sessão destas são magníficos, fortalecem-se os laços entre as pessoas que praticam o exercício e renova-se a energia, num efeito catártico, muito inspirador. Sente-se força, amor, empoderamento, raízes, determinação.

Desafio nº3 – Auto estima

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Hoje o tema que te sugiro para trabalhares a felicidade é o do amor próprio e da autoaceitação. Só podes ser verdadeiramente feliz se te amares a ti próprio e te aceitares, tal como és, com todas as tuas virtudes e defeitos. Se não partires dessa base dificilmente alcançarás a felicidade plena, por isso mais vale aceitares que há partes em ti que não são perfeitas, do que as meteres para debaixo do tapete e ignorares , fazendo  de conta que não existem só porque te incomoda lidar com elas. Além do mais se não te perdoares a ti próprio e aceitares esse teu lado “sombra” estarás a atrair outros seres com a mesma energia e caraterísticas, pois temos tendência a atrair na vida o que repudiamos nos outros.

Nesse sentido, o desafio que te deixo hoje é que te olhes ao espelho e que te observes com atenção, pois raramente temos tempo para nos olharmos profundamente nos olhos. Respira profundamente três vezes e dialoga contigo mesmo (a) e encoraja-te, repetindo frases que te empoderem e te deem estímulo, tais como: «Eu amo-me, eu aceito-me, eu respeito-me».

Faz afirmações positivas como as seguintes:

«Eu escolho uma vida plena de sentido e felicidade»

«Honro as minhas escolhas e respeito as escolhas dos outros »

«Na companhia de outros, sou altamente respeitador de mim mesmo»

«Sou um presente para os outros».

«O amor por mim é a força mais poderosa de que disponho para a mudança»

(In: «O Poder do Amor», Vera Faria Leal)

Repete este ritual durante alguns dias até que a imagem que vês refletida no espelho seja um reflexo de amor, do teu amor por ti, e não dos teus julgamentos castradores e da tua autopunição. Volta a praticá-lo sempre que necessário.

Se aceitares este desafio muitos parabéns! És corajoso (a)!

Desafio nº 2 – Deixa ir!

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O desafio que te proponho hoje para viveres melhor a felicidade é que feches os olhos, coloques uma música calma e relaxante, acalmes a tua respiração e penses em alguma situação ou alguma coisa que já não faz sentido manter na tua vida. Pode ser um pensamento negativo, uma amizade tóxica, um relacionamento desgastado, uma emoção, um lugar, uma experiência, um emprego que não te preenche, uma crença que te limita. Agora, imagina que essa coisa que te incomoda, tem a  forma de uma pequena pedra e aperta-a na palma da tua mão com firmeza. Fá-lo durante cerca de 30 segundos. A seguir vê-te a caminhar em direção a um rio ou um lago, e imagina que mandas essa pedra água, para bem longe de ti.

Observa como se sentes depois de te teres visto livre do que te estava a pesar,  aposto que até flutuas, estás muito mais tranquilo (a) e sereno (a).

Imbolc

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Estamos na época do ano em que se comemora o Imbolc, também designado de Imbolg ou Oilmec. Trata-se de uma  celebração de origem celta que marcava o início da primavera, realizando-se nos primeiros dias de fevereiro, entre o solstício de inverno e o equinócio de primavera. Apesar de ser realizada ainda durante o inverno, servia para celebrar o aumento da luz que começava a existir nessa época do ano e o despertar das sementes congeladas na terra. Era uma festividade comemorada na Irlanda desde o período neolítico, como o atesta o alinhamento de alguns monumentos megalíticos.

Esta festa de origem pagã era referida desde os povos antigos da Irlanda, sendo também conhecida pela festa das velas, associada à deusa Brighid, uma deusa do Fogo, comemorada com fogueiras, rodas solares, coroas de velas e rituais que despertavam o fogo criador.

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«No Imbolc, cruzes de Brighid são feitas e uma figura em forma de boneca representando a deusa Brighid ou santa Brígida, chamada de Brídeóg, é construída para ser desfilada pelas ruas das cidades. Para receber suas bênçãos, as pessoas construíam uma “cama” para Brighid, um espaço onde era colocado oferendas e itens a serem abençoados. Fazendeiros e donos de criações comumente pediam para Brighid abençoar seus rebanhos e plantações.» (Fonte: Wikipédia)

Mais tarde, a deusa Brigid foi cristianizada, e passou a ser conhecida como Santa Brígida.

Apesar de ser uma tradição antiga e muitos dos costumes se tenham perdido, existem ainda sobrevivências da mesma em vários locais, sendo especialmente comemorada por neopagãos e wiccanos (religião neopagã influenciada por crenças pré-cristãs e práticas da Europa ocidental que afirma a existência do poder sobrenatural ), que adaptam os rituais à realidade atual.

O motivo pelo qual aqui falo desta festividade nada tem a ver com uma questão de celebrar o paganismo ou uma religião, apenas gostaria de fazer uma referência ao ritual que evoca o desabrochar de um tempo novo que se aproxima, trazendo com ele a beleza dos dias maiores, a magia que nos encanta na primavera, que nos faz apaixonar, olhar com mais atenção aos pormenores e nos faz despertar do longo período invernal da escuridão.

tumblr_nv1o4oSqzr1rbeo1xo1_500.gifComo tal, ao assinalar esta celebração o que vos apelo é que alimentem as vossas crenças libertadoras, semeiem projetos novos, purifiquem as vossas intenções, nutram com afeto o que pretendem ver realizado, libertem-se dos medos e das angústias, tratem da terra que irão semear e colher frutos. É a altura do ano indicada para erradicar os padrões repetitivos e cuidar das sementes que vamos lançar à terra, de sermos criativos e nos voltarmos a inspirar.

Aproveitemos então a atmosfera ritual deste festival marcado «pelos novos planos e novos projetos, pela iniciação em um caminho espiritual ou em novas oportunidades, pela aceleração e renovação das energias, pela purificação e pelo renascimento material ou espiritual, pela busca de presságios e pela preparação para sua realização.» (Fonte: FAUR, Mirella. O Anuário da Grande Mãe: guia prático de rituais para celebrar a Deusa – São Paulo: Gaia, 1999.)

Solstício de Inverno

Eis-nos chegados ao dia do solstício de inverno, (dia 21 de dezembro no hemisfério norte e 21 de junho no hemisfério sul), sendo o dia da maior noite do ano.

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Por marcar a mudança de estação, muitas religiões consideram estes dias como mágicos, realizando-se alguns rituais e algumas cerimónias em que se davam as boas vindas à nova estação. O solstício de inverno estava muito associado ao fim da escuridão, das trevas, dando início a um novo ciclo de dias maiores, a saída do mundo dos mortos, das longas noites escuras, marcando a chegada da luz, do dia, do sol, onde a terra se regenera. Era por esse motivo que na Antiguidade se celebravam neste dia muitas cerimónias de iniciação tendo como significado simbólico do renascimento. No Antigo Egito era também neste dia de solstício que eram reiniciados os faraós. As próprias pirâmides terão sido construídas em alinhamento para receber o Sol de frente à porta de entrada, exatamente no dia do solstício de Inverno. Assim como Stonehenge, na Inglaterra, um dos mais famosos sítios arqueológicos do mundo – cujo megalito, que poderá ter sido posicionados numa terra estéril, no sul da Inglaterra. Terá sido construído entre 3000 e 2000 AC, ao longo de cerca de 1500 anos, numa série de várias fases principais. Aqui quando o sol se põe no solstício de inverno, os seus raios alinham-se com a pedra do altar central, dando ao momento um verdadeiro misticismo.

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Muitos outros rituais pagãos subsistem e são renovados neste dia sobretudo no norte da Europa, como é o caso da festa do Jul ou Yule, uma das mais importantes festividades pagãs do nórdicas, cujas tradição se perde na origem dos tempos.

O Jul significava a luz num mundo de trevas. No noite do solstício, longa e escura, faziam-se oferendas aos deuses e e homenageava-se a mãe natureza, com a finalidade do inverno poder passar rapidamente. As casas decoravam-se com ramos verdes e faziam-se fogueiras, reunindo-se à volta a família. O fogo era considerado um símbolo da luz e da vida.

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Um pouco por todo o mundo encontramos vestígios de rituais que celebram este período do ano, tanto nos índios americanos, como bem mesmo no nosso país, na região transmontana, nos célebre rituais de inverno associados às conhecidas festas dos rapazes, envolvendo figuras “demónicas e pantomineiras mascaradas”, que celebram os antigos  ritos de “fecundidade e abundância”.

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 Neste sentido, trata-se de um dia importante para nos recolhermos dentro de nós, avaliarmos as nossas vidas,  de nos sentirmos e percebermos o que nos faz vibrar e o que nos faz entristecer. É um dia de darmos graças ao que temos e ao que pretendemos ver transformado, pois já não faz mais sentido nas nossas vidas. É um período de recolhimento, de viagem interior que poderá ser extremamente importante para o nosso processo de renovação e transformação. É o tempo em que começamos a preparar-nos para o que queremos atingir no próximo ano…